quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A ciência conta a História do Planeta Terra


A história da Terra teve início a aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Para localizar no tempo os acontecimentos dessa história os cientistas elaboraram a escala internacional do tempo geológico.

O TEMPO GEOLÓGICO

é dividido em várias partes o qual (é medido em milhões anos) e com duração diferentes e as divisões usadas são bilhões de :
ÉPOCA: é uma divisão de um período geológico. Ela é a menor divisão de tempo geológico, durando vários milhões de anos.
PERÍODO: Na divisão do tempo geológico, uma era compreende períodos geológicos e estes se subdividem em épocas geológicas.
Uma ERA compreende períodos geológicos. Dois ou mais períodos geológicos formam uma ERA, a qual tem centenas de milhões de anos de duração.
Duas ou mais eras geológicas formam um EON, a qual é a maior divisão de tempo geológico, durando centenas de milhões de anos. A principal divisão do tempo geológico é dada em eons que são, dos mais antigos para os mais recentes: Arqueano, Proterozóico e Fanerozóico.


Como determinar a idade da Terra?
  Determinar a idade das rochas ajuda a conhecer a evolução da Terra e a vida que nela surgiu. Entre as grandes transformações que caracterizam a evolução da Terra, a que mais nos interessa é o aparecimento do ser humano na superfície terrestre. Por isso os cientistas se empenham em conseguir a data mais precisa possível de sua origem. Mas não é fácil.

Métodos de Datação
  Há várias maneiras de calcular a idade das rochas. Baseando-se no conhecimento da radiatividade, hoje o ser humano pode determinar a idade de alguns tipos de rocha com bastante precisão.
 Mas os registros fósseis também são muito importantes", pois já foi comprovado que, em uma área sedimentar (deposição de matéria), as camadas inferiores são sempre as mais antigas e as superiores — ou seja, as camadas mais próximas do solo — são formadas por rochas mais recentes.
    Estudando as rochas e os fósseis, foi possível chegar a algumas conclusões a respeito do passado da Terra, principalmente sobre as variações do clima e as modificações na flora e na fauna. Com base nesses estudos, também foi possível determinar a idade do nosso planeta: ele deve ter sido formado há cerca de 4 bilhões e 600 milhões de anos











Fósseis














































Oficina de Réplicas - USP

  OS FÓSSEIS
  ICNOFÓSSEIS
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  EXPEDIÇÕES
  CONTATOS
COLEÇÕES PARA PESQUISA


Os fósseis

Fóssil de peixe.


Os fósseis são registros arqueológicos deixados no solo ou no subsolo, são restos de animais e plantas que se conservaram de maneira natural ao longo de milhões ou até bilhões de anos.

São conservados em sedimentos minerais, principalmente a sílica; o processo de fossilização consiste na transformação da matéria orgânica em um composto mineral, mas que não perde sua característica física. Um fóssil pode ser definido como a substituição da matéria orgânica de um animal ou vegetal por minerais. Por meio desse elemento arqueológico, o paleontólogo (profissional que estuda os fósseis) realiza descobertas de fatos que aconteceram há milhões anos.

O elemento arqueológico em questão revela, além de restos de animais e plantas, pegadas e restos de comida. Esses registros podem ter diferentes tamanhos, variando, desde dinossauros e ancestrais humanos, até seres microscópicos, como os protozoários.

Para a realização de estudos pré-históricos é preciso analisar os fósseis, eles são fontes imprescindíveis para desvendar acontecimentos que ocorreram em tempos distantes.
Para a datação dos fósseis, o método mais usado e eficaz é o de radioatividade. Com o auxílio de aparelhos sofisticados, os cientistas avaliam ou medem a quantidade de carbono 14, urânio e chumbo presente nesses fósseis. A partir desses dados é possível saber há quantos milhões ou bilhões de anos se formou um mineral, por exemplo, além de identificar a idade de um fóssil animal ou vegetal.

Basicamente, existem dois tipos de fósseis, os somatofósseis (fósseis de dentes, carapaças, folhas, conchas, troncos e etc.) e os icnofósseis (fósseis de pegadas, de mordidas, de ovos ou de cascas do mesmo, excrementos, etc.).
Por Eduardo de Freitas 
Graduado em Geografia 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Por quê há vida na Terra?










Por quê há vida na Terra?

1- Distância do Sol
Nosso planeta está no ponto exato. Um pouco mais próximo do Sol seria muito quente, e um pouco mais longe muito frio! Os 150 milhões de quilômetros que separam a Terra do Solo é o ponto exato para que a água possa existir em todos os seus estados (gasoso, líquido e sólido).






2- Lua
Ainda não abordamos aqui no blog como a Lua se formou, mas esse será assunto para um post futuro. O que devemos saber agora é que a Lua é responsável pelas marés, e de acordo com os que acreditam que a vida surgiu no oceano, a influência da Lua é essencial. Caso as marés não flutuassem, provavelmente toda a vida estaria restrita ao oceano.






3- Rotação
Se este movimento planetário não existisse, um dos lados do planeta receberia luz solar durante todo o tempo, se tornando muito quente e com nenhuma possiblidade de abrigar a vida, assim como o outro lado, que seria muito frio (sem receber os raios solares) e inóspito.




4- Gravidade
Sem a gravidade manipular objetos e até mesmo se locomover seria muito difícil, o que faz esta força ter grande importância para a vida em nosso planeta.




 5- Campo magnético
Já falamos bastante sobre o campo magnético terrestre aqui no blog. O campo nos protege como um escudo, impedindo que partículas carrregadas pelo vento solar cheguem até a Terra. Sem ele, estaríamos (literalmente) fritos.





6- Obliquidade
Esta é uma palavra bonita (e difícil) para definir a inclinação da Terra. Se nosso planeta recebesse a mesma quentidade de energia proveniente do sol, provavelmente a diversidade que vemos hoje não seria possível. A inclinação da Terra permite o ocorrimento de zonas temperadas, onde ocorre a maior diversidade biológica do planeta.





7- Água
Não é por acaso que sempre que os astrônomos observam um planeta a primeira coisa que é pesquisada é a possibilidade de aquele planeta possuir água. Este é um elemento básico para a vida (da forma que conhecemos) e não falta na Terra.




8- Fotossíntese
Esta reação que transforma dióxido de carbono e água em oxigênio e energia é essencial para toda a vida na Terra. Se as bactérias fotossintetizantes e posteriormente as plantas não se dessenvolvessem, a vida seria xtremamente restrita. A transformação do CO2 em O2 permitiu que a vida aflorasse.



9- Movimentos geológicos

Se todos os nutrientes presentes no solo e nos mares estivessem distribuídos de forma homogênea no nosso planeta, a vida seria impossível. Os movimentos geológicos "bagunçam" com a estrutura do planeta, criando pontos mais ricos e férteis em alguns locais e inóspitos em outros. A tectônica de placas também é responsavel pelo processo de especiação, quando duas populações de uma mesma espécie são separadas por um impedimento físico, gerando depois de muito tempo duas espécies diferentes.







10- Tempo

A Terra é um planeta ressistente. Possui 4,5 bilhões de anos, o que permitiu que chegássemos até hoje com a vida da forma que conhecemos. Muitos outros planetas são criados e destruídos em menos tempo, o que impede que ocorra a possibilidade de a vida de estabelecer.