domingo, 5 de setembro de 2010

Caso da Justiça Eleitoral - Receita Federal

PSTU - Contra o Latifundio



Por que instituir um limite máximo do tamanho para propriedades rurais?

Por Assessoria de Comunicação FNRA
Sociedade brasileira tem a chance de acabar com o latifúndio no Brasil durante o Plebiscito Popular pelo Limite da Terra, que ocorre em todo Brasil de 1 a 7 de setembro.

Acesse a página da campanha
Veja os locais para votar

1- Porque a concentração de terra é a grande responsável pela miséria e fome em nosso país.

2 - Porque no Brasil se uma pessoa quiser comprar todas as terras privadas de Norte a Sul, de Leste ao Oeste, pode! Pois não existe uma lei que limite o tamanho da propriedade de terra no nosso país.

3 - Porque o latifúndio e o agronegócio, no ultimo século, expulsaram mais de 50 milhões de pessoas do campo, provocando o surgimento de milhares de favelas em todo o País, onde vivem mais de 80 milhões de brasileiros e brasileiras em condições desumanas. Se não houver uma Reforma Agrária decente este número vai aumentar ainda mais.

4 - Porque muitas famílias sem terra poderiam ter acesso à terra e com isso aumentaria a produção de alimentos, pois a agricultura familiar e camponesa é a responsável pela produção dos alimentos da mesa dos brasileiros.

5 - Porque são as pequenas propriedades que produzem alimentos orgânicos, livre dos agrotóxicos e é um direito das populações do campo e da cidade ter uma alimentação saudável

6 - Porque a agricultura familiar e camponesa cria muito mais empregos. Emprega 15 pessoas a cada 100 hectares, enquanto que o agronegócio emprega apenas duas.

7 - Porque o latifúndio e o agronegócio são os grandes responsáveis pela violência no campo e pela exploração do trabalho escravo.

8 - Porque banqueiros, grandes empresários e corporações internacionais são donos de grande parte dos latifúndios. Muitos nunca plantaram um pé de cebola.

9 - Porque 1% dos estabelecimentos rurais, com área de mais 1 mil hectares e ocupa 44% de todas as terras, enquanto praticamente 50% dos estabelecimentos com menos de 10 hectares, ocupam somente, 2,36% da área.

10 - Porque no século passado pelo menos 20 países estabeleceram um limite para propriedade rural, entre eles países desenvolvidos como Itália, Japão, Coréia do Sul. Agora é a nossa vez!

Se você concorda que é preciso acabar com a concentração de terras e riqueza em nosso país. Se você está cansado de tanta desigualdade e acredita que com uma Reforma Agrária justa podemos desenvolver o Brasil não só economicamente, mas também no âmbito social, gerando renda, empregos e distribuição de renda, você pode ajudar a mudar o Brasil!

De 1 a 7 de setembro participe do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra. Diga sim! Coloque limites em quem não tem!

Exerça sua cidadania e mostre que, juntos, podemos conquistar o que é de direito de todos os brasileiros e brasileiras.

Fonte: http://www.mst.org.br/node/10533

Fonte: MST

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Oficina de Blog 2

Aula 1









Aula 2








Aula 3








Aula 4








Aula 5








Aula 6









Aula 7








Aula 8








Aula 9








Fonte: Youtube

Oficina de Blog 1

Estadual Giulio David Leone.
Docente: Claudemir Mazucheli Canhin
Parceiros: Coletivo Rede de Comunidades Extremo Sul
Sindicato dos Professores do Ensino do Estado de São Paulo – Subsede: Santo Amaro
Disciplina: Geografia (Ministério Organização e Gestão do Território)
Período: Agosto – Outubro de 2010 – 3° Bimestre
Duração: 6 aulas (50 min)
Numero de alunos: 30 (dois alunos por micro)
Período: Aos sábados ou no Contra-Turno

Motivo: Criação de BLOGs: Meio informativo para o “Projeto Eleições”
Diante dos inúmeros desafios inerentes às práticas didático-pedagógicos da aplicação do “Projeto Eleições” em execução nessa unidade escolas (E.E. Giulio David Leone) proponho a apropriação de uma metodologia ainda pouco utilizada nas escolas públicas, mas em franca ascensão na rede mundial de computadores, os Blogs.
Esse projeto tem exigido dos alunos criatividade, aumento do espírito crítico, e incentivado a tomada de decisões, além de posicionar aos alunos a tomada de posições políticas diante aos acontecimentos do seu dia-a-dia. Notamos um aumento da participação dos alunos e consequentemente o surgimento de novos desafios para o corpo docente dessa UE. Esses desafios aumentam devido às condições precárias das escolas públicas paulistas, que não estão bem equipadas e não respondem, a contento as demandas (tecnológicas, logísticas e infraestruturais) de um projeto dessa envergadura.
Não podemos cruzar os braços e esperar a solução desses problemas para avançarmos no processo educativo. Afinal a classe trabalhadora, anseia por autonomia e sabemos que o “projeto das elites” é o controle da tecnologias e da informação e, consequentemente, a inviabilidade desses direitos dentro das escolas. Nesse sentido faz-se necessário apropriarmos das ferramentas metodológicas disponíveis, para otimizar projetos como esse, que é de fundamental importância para a construção dos projetos de vidas dos alunos. A internet tem se tornado uma dessas ferramentas.
A rede mundial de computadores tem se tornado um dos espaços mais democrático propiciando a troca de idéias, de informações e a organização de ações individuais e coletivas, nunca antes vistas na história da humanidade. Suas ferramentas têm conseguido “furar” o bloqueio midiático do oligopólio impresso e televisivo. Os Blogs têm surgido como uma ferramenta muito eficaz na desconstrução do “pensamento único”, parafraseando Milton Santos, e sua multiplicação têm contribuído para a democratização dos meios midiáticos.
Desde que surgiram no mundo virtual, os blogs deixaram de ser apenas diários on-line para assumir funções muito mais significativas no processo de comunicação. Alimentados por especialistas, muitos deles acabam formando opinião por serem tão ou mais atrativos do que publicações (tele) jornalísticas consagradas.
Blog é a abreviação da palavra weblog, que quer dizer diário online. Desde que surgiram no mundo virtual, os blogs deixaram de ser apenas diários on-line para assumir funções muito mais significativas no processo de comunicação. Alimentados por especialistas, muitos deles acabam formando opinião por serem tão ou mais atrativos do que publicações jornalísticas consagradas. Basta acompanhar o número de clicks e posts comentando as notícias para saber quais são os mais bem sucedidos. Justamente o seu dinamismo e a possibilidade de ampliar a difusão de idéias é que faz do blog um aliado para quem procura e, também, produz conhecimento. É aí que, na opinião de especialistas, a ferramenta se traduz em uma grande aliada dos professores no processo de ensino/aprendizagem. Logo, uma das finalidades do blog pode ser a educação. É notório o fato de que a tecnologia tem trazido a possibilidade de uma dinamização no ensino na medida em que o profissional educador consegue integrá-la com sua disciplina de uma forma atrativa.
O uso do blog em sala de aula pode trazer mais dinamismo para a realização e apresentação de trabalhos, facilitar o dia-a-dia de professores e estudantes que têm no ambiente virtual uma espécie de arquivo de documentos, além de aproximar os alunos, que podem discutir idéias e opiniões sem que estejam no mesmo espaço físico e ao mesmo tempo. Pode ainda contribuir para o aumento do espírito crítico dos alunos, a melhora na produção escrita e a maior familiaridade com a leitura e interpretação de textos informativos, literários e teóricos.
Além de trocar idéias com a turma, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio das redes sociais. Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Além disso, o blog permite que os próprios alunos vejam os trabalhos dos colegas e consigam fazer uma comparação das idéias resultantes de cada trabalho, o que é saudável para o aprendizado.
Outra vantagem é que, conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor "blogueiro" acabará por dar algumas sugestões ali.
"Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante", diz. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim todos permanecem conectados: professor, colegas, alunos e mundo.
Nesse sentido, especificamente para o “Projeto Eleições” em aplicação nessa unidade escolar (E.E. Giulio David Leone) o Blog aparece como uma ferramenta de fácil compreensão, barata e que permite uma comunicação escrita dinâmica entre os alunos e professores. Pode inclusive, servir como agente multiplicador das propostas (comunicação, propaganda e marketing) dos partidos políticos criado pelos alunos, visto que essa escola não há estrutura para produzir propagandas políticas nos moldes da “vida real”.

Estrátéias: Os alunos serão incentivados a criar os Blogs para apresentar seus respectivos partidos políticos. Difundirão suas propostas e suas praticas democráticas para desenvolver tais propostas.

Objetivos:
Conteúdo:
Criação e formatação de Blog;
Manipulação de Fotos, charges textos e vídeos para publicação na internet;
Legislação: direitos e deveres do internauta;
Habilidades:
Apropriar-se e utilizar as novas tecnologias e ferramentas técnicas disponíveis na rede mundial de computadores;
• Desenvolver o espírito crítico;
• Elaborar proposta de intervenção solidária à realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
• Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
• Reconhecer informações geográficas expressas em diferentes linguagens: principalmente imagéticas e fílmicas.
• Coletar dados através de pesquisas; Trabalhar de forma coletiva e cooperativa, seguindo as orientações do professor;
• Problematizar eventos e processos geográficos a partir da análise de um conjunto de dados produzidos pela geografia e áreas afins
• Inferir e julgar opiniões e ponto de vista de interesse geográfico, existentes em diferentes tipos de textos, imagens ou audiovisual
• Conscientizar politicamente aqueles que irão participar das decisões políticas fundamentais do país, num futuro próximo;
• Despertar a consciência de classe e os ideais democráticos através de aulas sobre o processo eleitoral, seus atores e o exercício do voto;

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A juventude e a luta de classe


A reestruturação produtiva do capital, principalmente com a intensificação do uso tecnológico, internacionalização da produção e do consumo, traz importantes transformações para o mundo do trabalho. E essas mudanças e inovações não têm sido favoráveis aos trabalhadores. Pelo contrário. Tem-se intensificado a exploração dos trabalhadores ocupados e ampliado o número de pessoas que ainda cumprirá a função de ser um exército industrial de reserva a ser incluído, (in)formalmente, segundo os ditames do capital.
Essa dinâmica atual de exploração do capitalismo tem imposto à classe trabalhadora três processos combinados de readequação à vida. O primeiro é a precarização das condições de trabalho dentro e fora do ambiente laboral. Em segundo lugar, a luta pela sobrevivência está atrelada ao sistema de créditos e financiamentos, advinda dos salários cada vez mais contraídos. E, por fim, a dificuldade de organização fora do local de trabalho, dada a jornada de trabalho exaustiva.
Neste contexto, a juventude vem sendo a principal vítima das tensões próprias do processo de dominação do capital contra o trabalho. Segundo o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos 620 milhões de jovens que compõem a população economicamente ativa (PEA), em idade de 15 a 24 anos, 81 milhões estavam desempregados em 2009. Ou seja, aproximadamente 13,1% da população mundial jovem está fora do mercado de trabalho.
O fato é que a juventude vive dilemas próprios do atual modelo de desenvolvimento das forças produtivas e das relações sociais de produção do século 21. Um modelo no qual o capital concentra parte expressiva das riquezas de diversos territórios nacionais, em seu processo de consolidação da expansão mundial coordenada por poucos e fortes conglomerados financeiros-econômicos mundiais.
Essa concentração traz para dentro das nações uma vulnerabilidade sem precedentes – coloca ainda mais em xeque a soberania nacional – e torna marginal uma parcela da classe trabalhadora. Os jovens que estão sendo preparados para ocupar uma posição no mundo da sobrevivência, não encontrarão uma inserção imediata no mercado. A alternativa do próprio capital, frente à dinâmica de roubo do tempo dos que estão empregados e o aumento da preparação dos que estão desempregados, é a de instituir o critério do empreendedorismo.
O empreendedorismo é a manifestação clara da perversidade da ação do capital sobre o trabalho, enquanto técnica, ação, formação do imaginário coletivo desse grupo. Dessa forma, se transfere, novamente, para o indivíduo uma situação coletiva, relacionada com toda a sociedade. Além disso, é a forma propagandista de ocultamento da real condição do trabalho frente às metamorfoses geradas no seio do desenvolvimento das forças produtivas capitalistas, ao longo de seu caminhar histórico.
No empreendedorismo, se ratifica a individualização da formação da consciência desde e para o trabalho, em que homens e mulheres jovens, na concorrência pela sobrevivência, manifestem sua capacidade criativa-inventiva, propondo algo (inovador ou necessário) que possa ser rapidamente absorvido pelo mercado consumidor/produtor de bens e serviços.
Dentro da juventude, outros grupos, como mulheres, negros e índios vivem essas contradições para toda a classe e de forma particular para a juventude, de forma ainda mais intensa. Mas, para o capitalismo, é oportuna essa fragmentação para a seleção de diferentes grupos no âmbito formal da exploração. Assim, à exploração do trabalho, se somam as classificações por grupos de idade, de gênero e de etnia-raça com o fim de diferenciar. Com isso, podem lucrar com as múltiplas funções colocadas a cada um de maneira individual no processo produtivo. Jovens mulheres têm um acesso menor que jovens homens e entre esses, jovens brancos, uma inserção maior que jovens negros e índios.
Além disso, a concepção de globalização como algo comum e igual cai por terra quando comparamos a inserção no mercado de trabalho dentro das nações a partir das diferenças regionais e nacionais. Jovens dos países centrais terão uma inserção, na disputa dentro de seus territórios, maior que jovens de nacionalidades periféricas. Esses estarão projetados para trabalhos de menor importância, desde que não haja crise e uma diminuição ainda mais intensa dos postos formais de trabalho com maior qualificação.
A verdade é que a juventude pobre, da classe trabalhadora urbana, não tem espaço nesse modelo de dominação do capital financeiro e internacionalizado. Nem nos países chamados ricos, como na Europa, onde o desemprego atinge até 40% da juventude. E a primeira década deste século evidencia não só a revolução do capital e sua acentuação sobre o trabalho – que está cada vez mais condicionado e reduzido à lógica dominante atual –, mas a formação da consciência sobre o futuro da nação.
Frente a esse cenário, somente se abrirá uma perspectiva de futuro com organização da juventude. Para isso, é preciso desenvolver consciência de classe e motivá-los para que se mobilizem, lutem. Mas, como a maioria está fora do mercado de trabalho, temos que desenvolver novas formas de atuação política que os ajudem a debater, a se aglutinar. Assim, descobrirão que é preciso construir um outro modelo de sociedade. E, juntos, construiremos um “outro mundo possível”.
Fonte: http://www.brasildefato.com.br

sábado, 21 de agosto de 2010

Manifesto: Grito do Excluídos

Onde estão nossos direitos?

Mais uma vez estamos num ano eleitoral e às vezes o povo imagina que só assim as mudanças virão. No entanto sabemos que só a luta muda a vida, temos a necessidade de debater um projeto popular que vise a construção de uma sociedade fraterna e solidária. Sabemos que esse projeto não será obra de nenhum "salvador da pátria", até por que vimos que afirmar ser democrático e popular não é nenhuma garantia de ser de fato. Embora estejamos numa democracia, vemos uma crescente criminalização do movimento social e sindical combativo. Exemplo dessa política no estado de São Paulo foi o tratamento dado aos servidores públicos na educação e no judiciário durante seus movimentos grevistas.


E a cidade como vai?

Na cidade de São Paulo aumenta a criminalização da pobreza, a expulsão do povo da rua da região central, o desemprego, a falta de perspectiva da juventude pobre, sobretudo negra, que é duramente perseguida e muitas vezes exterminada em nossas periferias. Lembrando que esse quadro tende a agravar-se nos próximos anos com o ufanismo do “eu te amo meu Brasil” embalado por copa do mundo e olimpíadas. Outro ataque contra o povo foi a mudança de horário das feiras - livres imposta pela prefeitura, com a redução, que antes era das 5 às 15hs para 7hs30min às 13hs. Essa medida que a principio atinge os feirantes, prejudica muito os pobres, pois sabemos das chamadas ofertas de "fim de feira". Essa medida acaba beneficiando os grandes hipermercados que agora funcionam de domingo a domingo.

Reforma agrária e urbana!

Segundo dados do IBGE, nos últimos anos a concentração de terras aumentou. As propriedades com mais de 1000 hectares controlam 43% de todas as terras no Brasil (e em sua maioria tem sua produção voltada para a exportação: soja, cana, eucalipto; é o chamado agronegócio) e as propriedades com menos de 10 hectares tem apenas 2,7% das mesmas terras (embora estas se dediquem a produção de alimentos básicos através da agricultura familiar). Só para termos uma idéia, 1 hectare de terra equivale a mais ou menos um campo de futebol. Teremos em setembro a realização de mais um plebiscito popular, este sobre o limite da propriedade rural, já que, como vimos o Brasil é um dos países mais desiguais e injustos nesse sentido. Enquanto milhões de pessoas vivem em condições precárias, morando em favelas, cortiços e áreas de risco; temos só na cidade de São Paulo cerca de 500 mil imóveis fechados. Por isso também defendemos uma ampla reforma urbana.

Todos ao Grito dos Excluídos!

Sendo assim, mais uma vez no dia da proclamação da Independência, iremos dar nosso grito pela soberania nacional e contra a exclusão social, pela nação que queremos, uma nação que respeite e garanta o direito de todos e da natureza.

Vamos juntos construir um grande grito contra a exclusão social em São Paulo, o povo sofrido desta cidade tem muito o que denunciar e também anunciar a sociedade que queremos, com justiça e igualdade. Converse com seus amigos no bairro, na escola e no trabalho, convide - os a participar.

Assinaturas na ordem:
Fórum das Pastorais Sociais e CEBS da Arquidiocese de São Paulo;

CSP CONLUTAS;

Intersindical;

MTST;

Uneafro;

Sefras / Justiça e Paz Integridade da Criação;

Romaria à Pé;

CIMI – SP;

JOC;

Fórum de Luta dos Trabalhadores Desempregados;
]
Movimento Nacional da População de Rua;

Tribunal Popular;

Fórum das ONGS;

Padres Oblatos de Maria Imaculada.