sábado, 13 de outubro de 2012

Amásia: o próximo super-continente


O planeta Terra já teve vários super-continentes, tais como Vaalbara, Kenorland, Columbia (Nuna), Rodinia, Pangaea (Laurasia + Gondwana).
Há quase 300 milhões de anos atrás, a Terra tinha uma configuração estranha para nós, já que a parte terrestre deste planeta de água estava concentrada num super-continente apelidado de Pangea.

O Luís Lopes já escreveu um excelente post sobre isto, carregado de imagens, aqui.
Mas como será no futuro?


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Ross N. Mitchell, geólogo da Universidade de Yale, diz que no máximo dentro de 200 milhões, a Terra terá um novo super-continente.
O super-continente foi denominado de Amásia, e resultará da junção da América e da Ásia em redor do Pólo Norte: “Primeiro deverão fundir-se as Américas e depois irão migrar para Norte, colidindo com a Europa e a Ásia, mais ou menos onde hoje existe o Pólo Norte. A Austrália deverá continuar a mover-se para Norte e fixar-se perto da Índia”.
650 Million Years In 1:20 min - Watch More Funny Videos

Evolução da Vida Na Terra

Geo: Teoria da Deriva Continental e Teoria das Placas Tectônicas


Teoria da deriva continental

Denominada também de teoria da translação dos continentes ou de Wegener (1880-1930)

Esta teoria da deriva continental afirma que continentes ou terras emersas flutuam sobre magma ou astenosfera, da mesma forma que a madeira e o gelo flutuam na água.
Wegener partiu da existência, há cerca de 220 milhões de anos (era Paleozóica), de um supercontinente a que deu o nome de Pangéia e de um só imenso oceano,Pantalassa.

A Pangéia teria sido dividida por um longo braço de mar, em virtude de forças internas da Terra, dando origem a duas grandes massas continentais: Gondwana eLaurásia.

Gondwana ao sul, abrangeria as atuais áreas da América do Sul, Índia, África, Nova Zelândia, Austrália, Antártida, Madagascar, além do Sri Lanka.

Laurásia, ao norte, incluiria as da América do Norte, Groenlândia, Ásia e Europa.

A cerca de 65 milhões de anos (final da era Mesozóica e início da Cenozóica), a América do Sul teria começado a separar-se da África, ampliando o oceano Atlântico. O deslocamento para o oeste das terras que hoje formam as Américas ocasionou uma grande pressão sobre as rochas, comprimindo-as e desdobrando-as, dando origem à cordilheira dos Andes na América do Sul, e  as montanhas Rochosas da América do Norte. O deslocamento da África e da ilha que hoje corresponde a Índia, para o norte, deu origem as cadeias montanhosas da Europa (Alpes e Pirineus), e da Ásia (Cárpatos, Caucáso e Himalaia).

Finalmente, na era cenozóica, os continentes e oceanos assumiram a configuração atual, mas os deslocamentos continuam.

Atenção:
Ficheiro:Pangea animation 03.gif
Alfred Wegener não conseguiu explicar, em sua teoria, como os continentes poderiam deslocar-se. No entanto, a teoria ganhou consistência nos anos de 1950, quando a geofísica, por meio de modernas técnicas de pesquisas, comprovou pela teoria das placas tectônicas ou da tectônica de placas que os continentes se movimentam sobre o magma.

Teoria das Placas tectônicas ou Tectonismo das Placas
Olhe o Brasil no mapa acima, observe que ele encontra-se  no meio de uma placa tectônica, por isso não tem terremotos, maremotos, montanhas jovens e vulcões em nosso território.

A teoria das placas tectônicas afirma que o nosso planeta é dividido em várias placas e que elas se movimentam sob o magma. Ao se movimentarem essas placas tectônicas acabam formando os dobramentos modernos, tsunamis, atividade vulcânica e até terremotos. 

Os movimentos destas placas tectônicas podem fazer com que elas se choquem ou se afastem e cada um destes movimentos podem ocasionar e resultar em alterações no relevo e na paisagem. Estes fenômenos aconteçam justamente na borda destas placas, ou seja, no local onde elas se chocam. 
placa convergente
1.Orogênese ou dobras : movimento horizontal e lento que dá origem aos dobramentos modernos. 
placa transformante
2.Epirogênese ou Fraturas: mostrando o movimento relativo das placas no sentido vertical, rápido, intenso, que provoca os terremotos e maremotos.

1. A orogênese ou dobramento caracteriza-se por movimentos horizontais de pequena  intensidade, lentos e horizontais que correspondem aos deslocamentos da crosta terrestre. Quando tais pressões são exercidas em rochas maleáveis, surgem os dobramentos, que dão origem às cordilheiras. Os Alpes e o Himalaia, dentre outras, originaram-se dos movimentos orogênicos.



A epirogênese ou falhamento consiste em movimentos verticais que provocam pressão sobre as camadas rochosas resistentes e de pouca plasticidade, causando rebaixamentos ou soerguimentos da crosta continental. São movimentos rápidos que podem ser observados de forma direta, pois provocam os abalos sísmicos.
O Brasil, por exemplo:

Está localizado sobre uma placa e por essa razão não acontecem terremotos por aqui, O Brasil está situada na parte interna da Placa Sul-Americana, portanto, os tremores de terra sentidos em nosso país são considerados de grau baixo. Isto ocorre, pois estamos distantes das zonas de impacto entre placas, ao contrário do que você pode observar em países do Oriente e que estão localizados as margens do Oceano Pacífico, região muito propícia a estes fenômenos. 
Área de encontro de três placas tectônicas

De acordo com os geólogos, existem 52 placas tectônicas em nosso planeta. São 14 grandes placas e 38 de tamanho menor.

Principais placas tectônicas:

- Placa Africana 
- Placa Antártida 
- Placa da Arábia 
- Placa Australiana 
- Placa das Caraíbas 
- Placa de Cocos 
- Placa Euroasiática 
- Placa das Filipinas 
- Placa Indiana 
- Placa Juan de Fuca 
- Placa de Nazca 
- Placa Norte-americana 
- Placa do Pacífico 
- Placa de Scotia 
- Placa Sul-americana

A maior parte dos grandes vulcões activos no interior das placas apresenta um rasto de vulcões extintos cada vez mais velhos que assinala o percurso da placa litosférica sobre o ponto de erupção. Os pontos quentes parecem ter origem a grande profundidade, talvez até nos limites entre o núcleo e o manto; muitos deles estão activos há muito tempo. Os vulcões mais antigos originados pelo ponto havaiano têm idades próximas dos 80 milhões de anos.

Tiaraju: um animal pré-histórico brasileiro

Uma equipe de paleontólogos das Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal do Piauí (UFPI) e de Witwatersrand (África do Sul) descobriram fósseis de um vertebrado herbívoro com dentes de sabre em Tiarajú, na região central do Rio Grande do Sul.

Segundo a UFRGS, o animal era um terápsido (antiga linhagem de vertebrados que deu origem aos mamíferos, ou não) que viveu no Período Permiano da Era Paleozoica pelo menos 260 milhões de anos atrás.  Este período foi sucedido pelo Mesozóico, quando os dinossauros apareceram.

 Tiajudens eccentricus, no Rio Grande do Sul.

Apesar de não ser muito grande (tinha o tamanho de uma anta), o espécime chama a tenção por seus dentes de 12 cm.  Os pesquisadores chegaram à conclusão de que era uma nova e estranha espécie e a nomearam de Tiarajudens eccentricus.  Seu nome se refere a Tiaraju,  distrito de São Gabriel no estado do Rio Grande do Sul.   Além da arcada dentária o Tiajudens contava com 26 dentes largos, semelhantes aos nossos molares, no céu da boca.  Acredita-se que eles servissem para mastigar folhas.

Eu achei esse bixinho simplesmente lindo! *-*

– “Os incisivos, posicionados na maxila, tinham serrilha para arrancar as plantas, muito parecidos com os que encontramos hoje nos ruminantes.  Os dentes do palato mastigavam, o que era uma novidade, porque proporcionava melhor digestão” — disse Juan Carlos Cisneros, paleontólogo da Univerdidade do Piauí.

Os pesquisadores destacam também que é o mais antigo registro de terápsido que tinha a capacidade de mastigar e o mais antigo de um herbívoro com dentes de sabre – característica comum em alguns carnívoros extintos, como o famoso tigre dentes de sabre, mas rara em herbívoros.

Os cientistas acreditam que os longos dentes eram usados em lutas entre membros da mesma espécie ou como defesa contra predadores. A descoberta está publicada na revista científica Science.

– ” Alguns estudos já haviam encontrado fósseis do Paleozóico no Pampas.  Por isso, resolvemos intensificar a pesquisa naquela região.  Foi assim que chegamoso ao Tiarajudens.  Além do crânio, encontramos vestígios de uma pata e de outras partes do corpo, que ainda estão sendo estudadas, e que permitirão, em breve, outras descobertas sobre a espécie.   Por enquanto sabemos que era um animal adulto, e provavelmente macho.  As fêmeas não deviam ter dentes de sabre ou então eles eram mais curtos.” – disse Cisneros.

Uma pena ele ter sido extinto... Porém se ainda estivesse vivo seria extinto pelos "seres humanos" que pensam que os animais são eternos... mas não SÃO e devemos cuidar melhor dos que existem hoje, e devem parar com a caça predatória das baleias, golfinhos, peixes (e outros frutos-do-mar).
E quando eles acabarem, o que faremos? Como vamos conseguir outros?
Uma perguntinha meio "impossível" de ser respondida...

TENHA CONSCIÊNCIA! =/
Fonte:http://avidadaterra.blogspot.com.br/

As libélulas gigantes

A libelinha, ou libélula, é um inseto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. 

As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insetos mas também de girinos e peixes juvenis.

  Meganeura monyi. Eis o nome científico da fabulosa libélula de 75 centímetros de largura, o maior inseto de que se tem conhecimento e que viveu na idade do Carbonífero, há uns 300 milhões de anos. O nome pode parecer estranho, mas está relacionado com a vasta rede de veias que tinha nas asas. Quanto ao seu tamanho, especula-se que tal se deva à atmosfera rica em oxigénio que existia na Terra pré-histórica, embora esta teoria não recolha a predilecção de muitos cientistas. Ao contrário das divertidas libélulas que costumamos encontrar, estas não eram nada simpáticas, comportando-se antes como verdadeiros predadores na caça a outros insetos ou a pequenos anfíbios e répteis.
 O vídeo é em inglês com dublagem em espanhol, mas dá pra entender direitinho...

Os cientistas criam libélula gigante!
"Durante a era Paleozóica, período da história da Terra que acabou há 245 milhões de anos, o mundo era dominado por insetos e plantas gigantes. O principal motivo que garantia a sobrevivência dessas criaturas era a alta concentração de oxigênio na atmosfera, que chegava a ser o dobro do que é hoje.

Cientistas americanos do estado do Arizona reproduziram essas condições construindo uma câmara enriquecida com 30% de oxigênio. A equipe liderada por Dr John VandenBrook começou a criar libélulas no ambiente, que tomaram proporções gigantescas, com asas de 70cm de envergadura.

Os pesquisadores também tentaram criar baratas gigantes em cativeiro, mas, felizmente, não foram bem sucedidos." fonte: Olha Digital

Tentem imaginar um inseto gigante voando por aí... Seria legal né?
Fonte: http://avidadaterra.blogspot.com.br/ 

Peixe com patas?

Tiktaalik roseae é a única espécie conhecida de Tiktaalik, um género de peixes sarcopterígeos (que possuem barbatanas com músculo) extintos do período Devoniano tardio e com muitas características típicas de tetrápodes (animais de quatro patas). É um exemplo de várias linhas de sarcopterígeos antigos que desenvolveram adaptações aos habitats pobres em oxigénio das águas pouco profundas presentes no seu tempo, e que levaram à evolução dos primeiros anfíbios. Fósseis bem preservados foram encontrados na Ilha Ellesmere em Nunavut, Canadá.



Os primeiros fósseis do Tiktaalik roseae foram encontrados em 2004 no ártico do Canadá. Considerado um Fóssil de transição entre o Panderichthys e o Acanthostega, é conhecido e divulgado como Fóssil de transição que prova a transição dos peixes da água para a terra e sua descoberta é comparável à importância do Archaeopteryx. O fóssil encontrado possui características comuns de peixes, como escamas e barbatanas; e de criaturas terrestres, como cabeça achatada, indício de pescoço, ombros, cotovelos e pulso.

Animais pré-históricos raros!

Hoje em dia existem várias criaturas exóticas, mas o que poucas pessoas sabem é quão bizarros os animais eram antigamente. Confira a nossa lista de quinze estranhos animais pré-históricos, desde dinossauros até peixes. Todos eles são desconhecidos pelo homem moderno.

15. Dinotério

Este animal era uma espécie de elefante pré-histórico e podia chegar a até 4,5 metros de altura. Ele é considerado um dos maiores mamíferos que já habitaram a terra. Além do seu assustador tamanho, eles tinham presas na parte de baixo da face, que provavelmente eram utilizadas para revirar o solo atrás de raízes e vegetais para sua alimentação.

14. Therizinossauro

Esta família de estranhos terópodes tinha longos pescoços e grandes garras de foice. Diferentemente de outros terópodes, eles eram primordialmente herbívoros, e acredita-se que alguns tinham penas. Estes animais são conhecidos apenas por poucos fósseis, mas eles são famosos pelas garras, que podiam chegar a um metro de comprimento.

13. Epidexipteryx

Este dinossauro, semelhante a um pássaro, revela uma interessante parte da evolução destes animais. Ele não tinha penas para voo, e apenas apresentava quatro longas penas no rabo. Este animal viveu na China há aproximadamente 152 milhões de anos, e mostra evidências que as penas evoluíram milhões de anos antes dos pássaros desenvolverem o voo. O Epidexipteryx tinha aproximadamente o tamanho de um pombo.

12. Epidendrosaurus

Este outro dinossauro, que também era semelhante a um pássaro, pertencia à mesma família que o Epidexipteryx. Ele foi o primeiro dinossauro conhecido a se adaptar à vida em árvores, um importante momento na evolução dos pássaros. Uma de suas características mais bizarras era a presença de um terceiro dedo, muito mais comprido que os outros. Acredita-se que ele utilizava isto para procurar insetos em buracos.

11. Microraptor

Mais um dos dinossauros-pássaro, o Microraptor tinha quatro asas e um rabo com penas, mas não podia voar. Acredita-se que ele planava, como um esquilo voador. Cientistas acreditam que esta espécie é o mais recente ancestral comum entre pássaros e dinossauros, e que a sua habilidade para planar eventualmente se transformou no voo dos pássaros.

10. Longisquama

Esta curiosa criatura viveu durante o período Jurássico. O Longisquama era um animal pequeno, semelhante a um lagarto, e acredita-se que ele tinha longas penas nas costas. Por este motivo, alguns cientistas acreditam que os pássaros podem não ter evoluído a partir de terópodes, e sim de animais deste tipo.

9. Tanystropheus

Este enorme réptil tinha aproximadamente seis metros de comprimento, e três metros eram apenas do seu pescoço. Acredita-se que esses animais eram ao menos semi-aquáticos, e que a sua alimentação era a base de peixes, pois os fósseis da espécie foram encontrados em locais próximos à água.

8. Sharovipteryx


Este outro réptil se movia de modo semelhante ao Microraptor, mas tinha duas “asas” nas patas traseiras e duas pequenas “asas” nas da frente. Essas “asas” podem ter sido usadas para que o animal pulasse no chão.

7. Nictossauro
Este gênero de pterossauros é o único que não tem garras nas asas. Esta espécie foi descoberta em 2003, e tinha um enorme chifre, semelhante a uma crista.

6. Pterodaustro

 Este pterossauro tinha dentes bastante incomuns, semelhantes às barbas de baleias. placas flexíveis de queratina utilizadas pelas baleias para se alimentarem a partir da filtragem da água. Os cientistas acreditam que o Pterodaustro se alimentava de modo semelhante aos flamingos, que adquirem sua cor rosada a partir da água. Por este motivo, acredita-se que o dinossauro também tinha esta cor.

5. Dunkleosteus terreli
Este peixe foi uma das criaturas mais assustadoras a habitar o oceano. Ele chegava a ter quase dez metros de comprimento, e tinha uma face bastante sólida. Acredita-se que este peixe tinha uma das mordidas mais fortes de todos os animais, e ele utilizava a sua boca em forma de bico para devorar suas presas.

4. Stethacanthus

Os tubarões existem há mais de 400 milhões de anos, e, de acordo com registros fósseis, sofreram poucas modificações durante todo este tempo. Mesmo assim, existem alguns animais diferentes no meio, como o Stethacanthus, que tinha uma nadadeira dorsal no formato de bigorna, com pequenos espinhos. Um crescimento estranho, similar à nadadeira, também era presente na sua cabeça.

3. Helicoprion

Inicialmente os cientistas acreditavam que este animal era um amonite. espécie de moluscos. devido à sua concha circular. Entretanto, exames revelaram que o que se acreditava ser uma concha era, na realidade, um conjunto de dentes em espiral.

O tubarão Ornithoprion tem dentes deste tipo na mandíbula inferior, mas os cientistas ainda não têm certeza da exata localização dos dentes do Helicoprion. Ao colocar os dentes na mesma posição que do outro tubarão, o Helicoprion ficaria mais lento, levando os cientistas a acreditar que os dentes ficassem dentro da boca do animal.

2. Deinocheirus

O único fóssil conhecido deste dinossauro é um par de braços de quase 2,5 metros. o que pode significar duas coisas: ou o Deinocheirus era enorme, chegando a quase 12 metros, ou ele simplesmente tinha braços enormes para o tamanho do seu corpo. Existe muito debate sobre o uso dos braços deste animal: alguns cientistas acreditam que eram utilizados para atacar outros dinossauros, enquanto outros acreditam que eram apenas uma arma de defesa, não de ataque. Alguns especialistas chegam a crer que o animal usava os braços para escalar em árvores, mas a falta de corpo do fóssil deixa muitas perguntas sem respostas.

1. Amphicoelias fragillimus

O único fóssil encontrado deste animal é um único fragmento da vértebra do animal. Esta vértebra tem 1,5 metro, mas estima-se que ele pudesse ter até 2,5 metros se estivesse intacta. Compare isso com a sua vértebra. Pois é: cientistas acreditam que o animal pudesse ter quase 60 metros de comprimento, o que faria com que ele fosse o animal mais longo a caminhar sobre a Terra. Infelizmente, nenhum outro fragmento do seu corpo foi encontrado para comprovar esta teoria.
Fonte: http://avidadaterra.blogspot.com.br
Fonte: Listverse