terça-feira, 16 de outubro de 2012

Ígneas (Magmáticas)


Ígneas (Magmáticas)


Rochas ígneas intrusivas (Granito) e extrusivas (Basalto)
Fonte: http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=157:rochas-arquivos-da-terra&catid=25:a-geologia-os-geologos-e-os-seus-metodos&Itemid=87

  •  INTRUSIVAS (OU PLUTÔNICAS)
Granito
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5280

Estruturas intrusivas
Fonte: http://profeblog.es/blog/joseluis/2008/01/09/cuerpos-rocosos-magmaticos/


  • EXTRUSIVAS (OU VULCÂNICAS)
Basalto
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5280

Vulcão em atividade
Fonte: http://www.apolo11.com/vulcoes.php?titulo=Cientistas_perfuram_poco_e_encontram_magma_incandescente&posic=dat_20090105-081148.inc

Lava
Fonte: http://www.apolo11.com/vulcoes.php?titulo=Cientistas_perfuram_poco_e_encontram_magma_incandescente&posic=dat_20090105-081148.inc


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Rochas


Rochas

    Existem três grandes grupos de rochas. São elas:
Os três tipos de rochas
Fonte: Decifrando a Terra


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Terremotos e Maremotos


Terremotos e Maremotos

  • TERREMOTOS (ABALOS SÍSMICOS)
    Os terremotos, também conhecidos por abalos sísmicos, são quaisquer movimentos bruscos que acontecem na litosfera. Os maiores abalos sísmicos estão relacionados com a dinâmica das placas tectônicas, pois os seus limites são zonas geologicamente instáveis. Devido as enormes pressões que as placas tectônicas recebem, é comum que acontecam esses movimentos bruscos nas suas bordas.
    O foco do terremoto, ou seja, aonde ele realmente aconteceu, se chama Hipocentro. Alinhando com a superfície, chamamos de Epicentro.
    Contudo, podem existir terremotos em áreas mais estaveis de placas tectônicas, como o centro delas. É o caso do Brasil, que há inúmeros registros de terremotos dentro do nosso território, pois são causados por exemplo, por falhamentos na estrutura da litosfera, ou de terremotos que aconteceram na zona de subducção da placa de Nazca com a da Sulamericana e que por propagação de ondas chega até o nosso país. É pertinente salientar que são terremotos com pouca Magnitude e Intensidade.
Terremoto causado por uma falha geológica
Fonte: http://agarraaciencia.blogspot.com/2011/06/epicentro.html

    A Magnitude é uma medida quantitativa do tamanho do terremoto. Ela está relacionada com a energia sísmica liberada no foco e também com a amplitude das ondas registradas pelos sismógrafos. Magnitude e energia podem ser relacionadas pela fórmula descrita por Gutenberg e Richter em 1935:
log E = 11,8 + 1,5M          
onde E= energia liberada em ergs e M=magnitude do terremoto.
Escala Richter
Fonte: http://naoinercial.wordpress.com/2011/03/30/tsunamis-terremotos-oh-terrinha/

    A Intensidade sísmica é uma medida qualitativa  que descreve os efeitos produzidos pelos terremotos em locais da superfície terrestre. A classificação da intensidade sísmica é feita a partir da observação “in loco” dos danos ocasionados nas construções, pessoas ou meio ambiente. Existem diferentes escalas de intensidade. A mais utilizada, particularmente no ocidente, foi proposta por G. Mercalli em 1902, posteriormente alterada em 1931 (Mercalli Modificada, 1931). É  no epicentro do terremoto que normalmente o grau de intensidade é mais elevado e seus efeitos vão diminuindo a medida que se se afasta dessa área. Não existe correlação direta entre magnitude e intensidade de um sismo. Um terremoto forte pode produzir intensidade baixa ou vice-versa. Fatores como a profundidade de foco, distância epicentral, geologia da área afetada e qualidade das construções civís são parâmetros que acabam por determinar o grau de severidade do sismo. (Fonte: http://vsites.unb.br/ig/sis/intensid.htm)

  • MAREMOTOS E TSUNAMIS
     Os maremotos, são terremotos que acontecem em áreas imersas, portanto temos uma camada de água por cima. As ondas sísmicas se propagam por esse meio aquoso também, e essa dinâmica pode ocasionar os temidos Tsunamis, conforme a figura abaixo:
 
 Os Tsunamis
 Fonte: http://pegadasgeograficas.blogspot.com/2011/03/os-tsunamis.html


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Estruturas da Terra


Estruturas da Terra

     Durante a sua formação, a Terra foi adquirindo massa na medida em que ela foi se agregando com outros fragmentos do Sistema Solar. Quando isso acontecia, a temperatura da Terra subia e ela acabava por se fundir. Os elementos químicos que compõe o nosso planeta passaram então a se acomodar diferencialmente, ou seja, houve uma migração de elementos mais densos para o núcleo da Terra, como o Ferro e o Níquel, e os menos densos migraram para as partes mais externas, como o Silício, Alumínio, Oxigênio, conforme a figura abaixo:

Diferenciação das camadas no interior da Terra
Fonte: Para entender a Terra

    Recentes investigações geofísicas do interior da Terra, pela propagação de ondas sísmicas, revelaram alterações na velocidade dessas ondas. Isso quer dizer que essas alterações indicam diferenças químicas entre uma camada e outra, que são as descontinuidades. A partir desses estudos, pôde-se deduzir que deduzir que o nosso planeta é zoneado em diversas camadas, ou esferas. Essas descontinuidades podem ser entendidas sob o ponto de vista do modelo Geoquímico e do modelo Físico, conforme a figura abaixo:
O modelo Geoquímico e Físico da Terra
Fonte: http://forum.netxplica.com/viewtopic.php?t=14167&sid=395707ae5ab3f4876d75091f43820484

    A crosta (que forma a maior parte da litosfera) tem uma extensão variável de acordo com a posição geográfica. Em alguns lugares chega a atingir 70 km, mas geralmente estende-se por aproximadamente 30 km de profundidade. É composta basicamente por silicatos de alumínio, sendo por isso também chamada Sial. A crosta oceânica, devido ao processo de expansão do solo oceânico e da subducção de placas, é relativamente recente, sendo a crosta oceânica mais antiga datada de 160 milhões de anos, no oeste do Pacífico. É de composição basáltica, é coberta por sedimentos pelágicos e possui em média 7 km de espessura, também é chamada de Sima.

Leia mais: http://professoralexeinowatzki.webnode.com.br/geologia/estruturas-da-terra/
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Escala geológica do tempo convertida para 1 dia ( 24 horas)


Escala geológica do tempo convertida para 1 dia ( 24 horas)

 Veja acima uma das divisões do tempo geológico mais conhecidas, que é a divisão clássica e sua conversão ao tempo de 1 dia ( 24 horas ) o que facilita muito a compreensão, pois trabalhar com unidades de tempo superiores a milhares ou milhões de anos torna o assunto bastante abstrato.
 Escala geológica com melhor subdivisão dos períodos recentes.

Esta tabela traz alguns indicadores muito interessantes, como a evolução das temperaturas e do nível do mar ao longo do tempo (note, que o conceito que se prega com a questão do aquecimento global e o aumento do nível dos oceanos pode ser relativo, se tomarmos como base a comparação entre a linha de temperatura e do nível do mar que esta tabela traz); além disso, esta tabela traz os fenômenos de extinção e atividades tectônicas representadas pelas atividades vulcânicas.
A história geológica da Terra é atualmente descrita por uma espiral temporal indicando que processos atuais ocorreram no passado (Uniformitarismo), mas não da mesma forma, com mesma intensidade e não necessariamente todos os processos do passado ocorrem no presente e vice-versa.

Tempo Geológico e Evolução


Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Compreender, analisar e interpretar a história da vida na Terra segundo uma perspectiva evolutiva, percorrendo os fenômenos envolvidos na origem e na extinção das diferentes formas de vida. Desta maneira, o estudo dos diferentes saberes que compõem os currículos dos cursos de Ciências Biológicas substituiria o ensino de uma Biologia classificatória e estanque pelo ensino de uma Biologia dinâmica e histórica, que reúne e interpreta o passado para explicar o presente e vice-versa, pois traria a dimensão do tempo geológico para explicar a vida na Terra, favorecendo assim uma visão holística dos eventos ocorridos durante os 4,6 bilhões de anos da Terra.

Duração das atividades
De duas a quatro aulas de 50 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Estratégias e recursos da aula

Noções de Tempo
  Na tentativa de favorecer a compreensão de que o tempo constitui uma medida relativa, necessitando de outros meios para se estabelecer comparações, é interessante que o professor desenvolva com seus alunos este conceito com problematizações sobre 
"Quantos dias equivalem a 1 milhão de segundos? E a 1 bilhão de segundos?". 
Estes questionamentos são a primeira ferramenta para gerar o interesse dos alunos pela temática.
Posteriormente às discussões e tentativas dos alunos em descobrir as equivalências, sugerimos que o professor efetue os cálculos na lousa junto aos alunos:
  • 1 milhão de segundos equivalem a aproximadamente 16.667 minutos, que equivalem a aproxiamdamente 278 horas, que correspodem a aproximadamente 12 dias.
  • 1 bilhão de segundos equivalem a aproximadamente 16.666.667 minutos, que correspondem a aproximadamente 277.778 horas, que equivalem a aproximadamente 11.574 dias, que são quase 32 anos.
Após estas discussões iniciais, introduza o conceito de Tempo Geológico, ressaltando que este é utilizado para medir a idade do planeta Terra que é estimada em torno de 4,6 bilhões de anos. Os alunos poderão impressionar-se com tamanha estimativa temporal, sendo interessante neste momento utilizar uma medida métrica, por exemplo, para estabelecer comparações com a dimensão temporal de vida na Terra.
 A Escala do Tempo Geológico
  Na tentativa de favorecer a compreensão por parte dos alunos da dimensão temporal, sugerimos que o professor construa uma Escala do Tempo Geológico utilizando folhas deformulário contínuo. Esta construção poderá ser realizada somente pelo professor ou em conjunto com seus alunos. (Acreditamos que esta atividade torne-se mais significativa quando realizada em parceria com os alunos).
Para a construção da escala, serão necessários:
  • 64 folhas de formulário contínuo (ainda unidas) - aproximadamente 17 metros;
  • Lápis, borracha e régua;
  • Canetas hidrocor, giz de cera, ou lápis de cor.
 
Utilizando uma Tabela da Escala do Tempo Geológico como a que segue, por exemplo, divida os 17 metros de formulário contínuo de maneira proporcional às datas contidas na tabela (a regra de três auxilia nesta tarefa) priorizando as Eras e Períodos para a construção da Grande Escala. (Pinte cada Era de uma única cor ou em de maniera degradê - por exemplo, o Paleozóico de será colorido com vrmelho ou em tons de vermelho - isto facilitará a visualização da escala como um todo). Lembre-se também de colocar em sua escala as datas do ínicio de cada período. Após a elaboração da escala, cole-a na parede da sala de aula, de modo que a escala possa dar uma volta na sala ou pelo menos ocupar o espaço de três paredes.

OBSERVAÇÂO: Caso a construção da tarefa seja realizada em parceria com os alunos, é importante que o professor utilize uma tabela que não contenha imagens ou referências aos organismos viventes nas diversas Eras e Períodos. Isto será importante para a realização da dinâmica após a colagem da escala na parede da sala de aula.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/581/imagens/escala_tempo_geol.jpg 
 Tempo e Evolução dos Seres Vivos
 
 
Após a construção e colagem da Escala do Tempo Geológico, distribua aos alunos figuras (previamente pesquisadas) dos  diferentes grupos de seres vivos viventes nos diversos Períodos Geológicos. Estas figuras podem ser encontradas em sites como:
Ou ainda efetuando pesquisas em buscadores gratuitos disponíveis na internet.
Neste momento, convide os alunos a associarem as figuras que têm em mãos com a Escala do Tempo Geológico, solicitando que colem os organismos nos Períodos que considerarem pertinentes. Esta atividade poderá durar de 10 a 20 minutos. Após todos os alunos colarem as figuras, inicie a caminhada pela escala, ou seja, comece a construir os conceitos de Terra Primitivasurgimento da vidasurgimento dos primeiros eucariotossurgimento dos diversos grupos de organismos, e assim por diante até os dias atuais (Cenozóico).
Abaixo seguem algumas sugestões de temas a serem desenvolvidos durante o percurso pela Escala do Tempo Geológico.
Era Cenozóica
  • Quartenário (1,6 milhões de anos) - Clima flutuando entre frio e ameno. Avanços e recuos glaciais. Extinção de muitos mamíferos e aves de grande porte. Primeiros humanos modernos do gênero Homo. A era dos sers humanos.
  • Neógeno (23 milhões de anos) - Vários surgimentos e formações de montanhas. Inicicío de glaciação nos Hemisférios Norte e Sul. Elevação do Panamá e conseqüente união das Américas do Norte e do Sul. Primeiros macacos do Velho Mundo. Mamíferos pastadores em abundância. Primeiros hominídeos eretos. Grandes carnívoros. Aves e mamíferos marinhos diversificam-se.
  • Paleógeno (65 milhões de anos) - Clima ameno a frio. Mares continentais largos e rasos. Elevação dos Alpes e Himalaia. A  América do Sul separa-se da Antártida. Clima ameno a muito quente no final do período. Primeiros mamíferos insetívoros e primatas. Radiação extensiva de mamíferos e aves. Irradiação de famílias de mamíferos placentários. Primeiros macacos do Novo Mundo. Formação inicial de pradarias. Aves carnívoras gigantes, incapazes de voar, eram predadores comuns.
Era Mesozóica
  • Cretáceo (135 milhões de anos) - Clima uniforme em todo o período. Níveis dos mares elevados. A África e a América do Sul se separam. Clímax dos dinossauros e répteis marinhos, seguido da extinção destes grupos. Início da irradiação de mamíferos marsupiais e placentários. Primeiras angiospermas. Declínio das gimnospermas. Aparecimento de muitos grupos de insetos.
  • Jurássico (205 milhões de anos) - Clima ameno. Os níveis dos continentes são baixos com grandes áreas cobertas pelos mares. Primeiras aves. Abundância de dinossauros. Crescimento exuberante de florestas.
  • Triássico (250 milhões de anos) - Continentes montanhosos, unidos em um super continente (Pangea). extensas áreas áridas. Primeiros dinossauros. Primeiros mamíferos. Crecimento exuberante de florestas com predomínio de coníferas.
Era Paleozóica
  • Permiano (290 milhões de anos) - Glaciação extensiva no Hemisfério Sul no início do período. Elevação dos Apalaches. aridez marcante em algumas áreas. Origem das coníferas, cicadófitas e ginkgos. Desparecem os anteriores tipos de florestas. Irradiação dos répteis. O período termina com extinção em massa.
  • Carbonífero (355 milhões de anos) - Clima quente com pequena variação sazonal nos trópicos. Níveis das terras baixos. Áreas pantanosas com a formação de depósitos de carvão. Irradiação dos anfíbios. Abundância de tubarões. Samambaias com esporos e árvores com "casca". Primeiros répteis. Insetos gigantes. Grandes florestas de pteridófitas.
  • Devoniano (410 milhões de anos) - Mares na maior parte das terras, com montanhas locais. Primeiros peixes com nadadeiras raiadas  e nadadeiras lobadas. Primeiros tetrápodes terrestres.
  • Siluriano ( 438 milhões de anos) - Clima ameno. Topografia em geral plana. Primeiros peixes com maxilas. Primeiros invertebrados terrestes.
  • Ordoviciano (510 milhões de anos) - Clima ameno. Mares rasos. Continentes em geral com topografia plana. Os mares cobrem boa parte do atual território dos Estados Unidos. Glaciação no final do período. Primeiros vertebrados (peixes sem maxila). Invertebrados marinhos em abundância. Primeiras plantas terrestres.
  • Cambriano (570 milhões de anos) - Extensos mares invadindo os continentes existentes. Origem de vários filos e classes de invertebrados. Primeiros cordados. Moluscos com conchas. Abundância de trilobitas.
Proterozóico (2,5 bilhões de anos) -  Extensivo bombardeamento de meteoritos e instabilidade geológica nas primeiras fases desta era. Os primeiros organismos eucariotos aparecem a cerca de 2 bilhões de anos. Grande diversificação da vida há 1 bilhão de anos, surgindo os organismos pluricelulares, inclusive as algas. Os primeiros metazoários aparecem a mais ou menos 600 milhões de anos, logo após uma grande glaciação.
Arqueano (4,6 bilhões de anos) - Formação da crosta terrestre e início dos movimentos continentais. Os primeiros fósseis (seres unicelulares) são conhecidos de 3,5 bilhões de anos atrás - Origem da vida.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/581/imagens/image034.png
Durrante este percurso, recomendamos que o professor enfatize que nossa espécie (Homo sapiens), assim como tantas outrasé muito recente na história da vida na Terra e que organismos que têm sua origem em épocas mais remotas como as bactérias, por exemplo, ainda estão presentes nos dias atuais. Durante a construção destes conceitos, é fundamental que o professor saliente que a grande diversidade de organismo observada hoje é fruto das adaptações dos seres vivos ao meio ambiente em que estão inseridos. Resalte que osorganismos estão constantemente sofrendo pressões seletivas do meio e somente os mais adaptados (e não os mais fortes) sobrevivem.
 Neste momento, os alunos podem vir a confundir evolução com transformação. Sendo assim, é interessante que o professor discuta que:
Durrante este percurso, recomendamos que o professor enfatize que nossa espécie (Homo sapiens), assim como tantas outrasé muito recente na história da vida na Terra e que organismos que têm sua origem em épocas mais remotas como as bactérias, por exemplo, ainda estão presentes nos dias atuais. Durante a construção destes conceitos, é fundamental que o professor saliente que a grande diversidade de organismo observada hoje é fruto das adaptações dos seres vivos ao meio ambiente em que estão inseridos. Resalte que osorganismos estão constantemente sofrendo pressões seletivas do meio e somente os mais adaptados (e não os mais fortes) sobrevivem.
 Neste momento, os alunos podem vir a confundir evolução com transformação. Sendo assim, é interessante que o professor discuta que:
(...) mudanças das características hereditárias de grupos de organismos ao longo das gerações. Grupos de organismos, denominados populações e espécies, são formados pela divisão de populações ou espécies ancestrais; posteriormente, os grupos descendentes passam a se modificar de forma independente. Portanto, numa perspectiva de longo prazo, a Evolução é a descendência, com modificações, de diferentes linhagens a partir de ancestrais comuns. Desta forma, a História da Evolução tem dois componentes principais: a ramificação das linhagens e as mudanças dentro das linhagens (incluindo a extinção) (FUTUYMA, 2002, p. 3). (O livro está disponível de maneira integral no site http://www.sbg.org.br/ebook/Novo/ebook_evolucao.pdf).
Ainda em relação ao conceito de transformação dos seres vivos, o professor poderá abrir uma discussão com seus alunos a partir do vídeo The Simpsons - Homer Evolution (disponível em http://br.youtube.com/watch?v=faRlFsYmkeY), ressaltando que a linearidade evolutiva que o vídeo traz não representa a visão científica, na qual a evolução biológica ocorre com o acúmulo gradual de modificações (mutações) nas diversas populações dos seres vivos.
Como está aula têm uma característica dialógica, é interessante que o professor estimule uma verdadeira discussão, na qual o aluno verbalize a todo momento, expondo suasdúvidas e percepções sobre o tema.
Neste contexto, os alunos podem questionar ou posicionar-se  de maneira a remeter sobre a visão criacionista e a evolução. Sendo assim, recomendamos a leitura do texto "Criação do universo, evolução dos seres vivos e o pensamento religioso" de Warwick Estevam Kerr  (disponível integralmente emhttp://www.sbg.org.br/GeneticaEscola2/web/vol2pdf/13CRIACAO%20DO%20UNIVERSO.pdf) que fornecerá subsídios ao professor para conduzir uma discussão significativa sobre esta temática - o embate entre criacionismo e evolucionismo. Ressaltamos que o importante é que o aluno compreenda as duas visões, conhecendo seus fundamentos e perspectivas sobre a evolução dos seres vivos.
 O professor poderá ainda utlizar outros meios para favorecer a compreensão da magnitude dos 4,6 bilhões de anos de idade da Terra utilizando:
  • Calendário cósmico, como por exemplo - Hoje, a quantidade real de tempo geológico decorrido significa pouco quando não se estabelece qualquer base de comparação. Para tanto, usam-se numerosos esquemas nos quais, eventos geológicos chaves são localizados proporcionalmente, em unidades de comprimento ou tempo atuais, tornando o tempo geológico um tanto mais compreensível. Por exemplo, todos os 4,5 bilhões de anos do tempo geológico podem equivaler a um só ano. Nesta escala, as rochas mais antigas reconhecidas datam de março. Os seres vivos apareceram inicialmente nos mares em maio. As plantas e animais terrestres surgiram no final de novembro. Os dinossauros dominaram a Terra em meados de dezembro, mas desapareceram no dia 26 deste mês, mais ou menos na época que as montanhas rochosas se elevaram. Primatas humanóides apareceram em algum momento da noite de 31 de dezembro. Roma governou o mundo ocidental por 5 segundos, das 23h59mim45s até às 23h59mim50s. Colombo descobriu a América três segundos antes da meia-noite. Comparações como esta nos dá a idéia de surgiu recentemente na escala do tempo geológico.

Ou ainda

Recursos Complementares
Abaixo seguem alguns sites que poderão auxiliar no desenvolvimento da(s) aula(s): 
http://www.algosobre.com.br/geografia/tempo-geologico.html 
http://br.geocities.com/geologo98/espiral.html http://www.unb.br/ig/glossario/verbete/escala_de_tempo_geologico.htm
http://www2.igc.usp.br/replicas/tempo.htm 
http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/DIDATICOS/M%20RITA/aula13r.pdf 
http://www.ofitexto.com.br/conteudo/deg_231046.pdf http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/evolucao.htm 
http://lablogatorios.com.br/marcoevolutivo  http://lablogatorios.com.br/rainha/category/evolucao http://charlesmorphy.blogspot.com 
http://evolution.berkeley.edu

Avaliação
Devido ao caráter dialógico desta(s) aula(s), a avaliação deverá ocorrer de maneira contínua, ou seja, o professor deverá estar atento aos questionamentos e comentários realizados pelos alunos uma vez que estes revelaram a maneira pela qual os estudantes estão se apropriando dos conteúdos abordados. O professor poderá também solicitar que os alunos elaborem um relato ao final da aula contando quais assuntos chamaram mais sua atenção, quais as dúvidas ainda existentes, etc., revelando assim como assimilaram a temática abordada.
Fonte: 
http://portaldoprofessor.mec.gov.br

O Tempo Geológico


O Tempo Geológico

        Para se entender o tempo Geológico, é preciso ter o conhecimento de que este é muito mais longo do que o tempo humano. Todos os acontecimentos geológicos da Terra, demoraram centenas, milhares e milhões de anos para se desenvolver, tendo em vista que um homem raramente passa de 100 anos de vida. Portanto ao falarmos em um soerguimento de montanhas, é algo que levou muito tempo para acontecer.
        O texto a seguir foi escrito por Don L. Eicher, professor da Universidade do Colorado, retirado do livro "Tempo Geológico" e representa um pouco essa dimensão do tempo geológico em função da curta vida que o homem tem.

    Mesmo hoje a quantidade real de tempo geológico decorrido, visto que e tremendamente grande, significa pouco, sem qualquer base de comparação. Para este fim, têm sido inventados numerosos esquemas nos quais, eventos geológicos chaves são localizados proporcionalmente, em unidades de comprimento ou tempo atuais, de modo a tornar o tempo geológico um tanto mais compreensível.Comprimam-se. Por exemplo, todos os 4,5 bilhões de anos do tempo geológico em um só ano. Nesta escala, as rochas mais antigas reconhecidas datam de março. Os seres vivos apareceram inicialmente nos mares em maio. As plantas e animais terrestres surgiram no final de novembro e os pântanos, amplamente espalhados que formaram os depósitos de carvão pensilvanianos, “floresceram” durante cerca de quatro dias no início de dezembro. Os dinossauros dominaram nos meados de dezembro, mas desapareceram no dia 26, mais ou menos na época que as montanhas rochosas se elevaram inicialmente. Criaturas humanóides apareceram em algum momento da noite de 31 de dezembro, e as recentes capas de gelo continentais começaram a regredir da área dos Grandes lagos e do norte da Europa a cerca de 1 minuto e 15 segundos antes da meia-noite do dia 31. Roma governou o mundo ocidental por 5 segundos, das 23h: 59mim: 45s até às 23h: 59mim: 50s. Colombo descobriu a América 3 segundos antes da meia-noite, e a ciência da geologia nasceu com os escritos de James Hutton exatamente há mais que 1 segundo antes do final de nosso movimentado ano dos anos.
    Os especialistas interessados na idade total da Terra comumente consideram o princípio quando a Terra alcançou sua presente massa. Provavelmente, este era o mesmo ponto em que a crosta sólida da Terra se formou de início, mas não se tem rochas que datem deste tempo inicial. Na verdade, as evidências atualmente disponíveis sugerem que nenhuma rocha permaneceu do primeiro bilhão de anos, mais ou menos, da história da Terra. Antes do princípio, processos cósmicos desconhecidos estavam produzindo a matéria, como a conhecemos hoje, para a Terra e para o nosso sistema solar. Este intervalo incluímos no tempo cósmico. É o tempo, desde o início da Terra, que constitui propriamente o tempo geológico.
 
     A história da terra está hierarquicamente segmentada em divisões para descrever o tempo geológico. Com unidades crescentes de tempo, as divisões geralmente aceitadas são eon, era, período, época e idade. Na escala do tempo mostrada, são representados só os dois níveis mais altos desta hierarquia. O Eon de Fanerozóico representa o tempo durante o qual a maioria de organismos macroscópicos, algas, fungos e plantas viveram.
    Quando foi proposta a primeira divisão de tempo geológico, começando pelo Fanerozóico (aproximadamente 540 milhões de anos ) pensava-se que o mesmo coincidia com o começo de vida. Em realidade, esta coincidia com o aparecimento de animais que eram envolvidos por esqueletos externos, como conchas e alguns animais mais recentes com esqueletos internos, tais como os elementos ósseos.
    O tempo antes do Fanerozóico normalmente era chamado Pré-cambriano, o que qualifica como um " eon " ou " era ". Em todo caso, o Eon Pré-cambriano normalmente é dividido nas três eras: Hadeano, Arqueano e Proterozóico. O Fanerozóico possui três divisões principais: as eras Cenozóico, Mesozóico e Paleozóico.
    O " Zoic " vem de "Zoo" que significa animal. Esta é a mesma raiz como nas palavras Zoologia e Parque Zoológico (ou Jardim zoológico). "Cen " quer dizer recente, "Meso" quer dizer meio, e "Paleo" quer dizer antigo.
    Estas divisões refletem as principais mudanças na composição das faunas antigas, cada era sendo reconhecida por dominação por um grupo particular de animais. O Cenozóico, às vezes foi chamado a " Idade de Mamíferos ", o Mesozóico a "Idade de Dinossauros" e o Paleozóico a " Idade de Pesca ". Esta é uma visão demais simplificada que tem pouco valor . Por exemplo, outros grupos de animais viveram durante o Mesozóico. Além dos dinossauros, animais como mamíferos, tartarugas, crocodilos, rãs, e variedades incontáveis de insetos também viveram na terra.
    Adicionalmente, havia muitos tipos de plantas que viveram no passado e já não vivem hoje. Floras antigas também passaram por grandes mudanças, e nem sempre nos mesmos momentos em que os grupos animais mudaram 

Fonte: http://www.grupoescolar.com/materia/a_magnitude_do_tempo_geologico.html.