terça-feira, 16 de outubro de 2012

Geologia III - Imagens


Indicação de filme:
Home - Yann Arthus (link do trailer no Youtube: http://www.youtube.com/watch? v=aiTZMq70R00)
(Yann Arthus é um fotógrafo sensacional, tira fotos a partir de imagens aéreas normalmente, se alguém interessar é só procurar no link: http://images.google.com.br/ images?hl=pt-BR&lr=&resnum=0& q=yann%20arthus&um=1&ie=UTF-8& sa=N&tab=wi)

Imagens e comentários:
A imagem abaixo mostra exatamente o que um terromoto e um deslocamento da falha pode fazer na superfície. Imagem muito interessante.
earthquake-18.jpg


O bloco-diagrama abaixo demonstra o falhamento em salvador como esquematizado no quadro.
Falha_Salvador.jpg

Já a próxima imagem seria a caracterização dos pontos de terremoto e da quantidade deles que ocorreram na superfície terrestre de 1963 a 1998. Foram aproximadamente 358 mil terremotos. O destaque vai para os sismos localizados no domínio intraplaca (no meio da placa tectônica), eles ocorrem, mas normalmente com intensidade menor aqueles verificados nas regiões limítrofes.
2.png

Analisando a imagem anterior pode-se inferir que a bacia do Oceano Pacífico apresenta uma ocorrência mais comum de terremotos em relação a qualquer outra região do nosso planeta. Isso ocorre porque nessa região encontram-se uma grande quantidade de limites convergentes. Isso implica em uma intensidade e quantidade muito grande de sismos, além de Vulcanismo muito intenso. Justamente por isso, chamaos de Círculo de Fogo do Pacífico (na figura "ring of fire").
3.png


O exemplo mostrado abaixo é o da tsunami que ocorreu em 2004, matando mais de 280.000 pessoas. Como o epicentro do terremoto foi no fundo do oceano, esse energia teve que se propagar por esse corpo d´água, gerando dessa maneira maremotos. Essas ondas se alastraram por uma região enorme, atingindo até o sul da África. Mas, pela proximidade (e ocupaçãomaciça das áreas litorâneas), a região que mais sofreu com a Tsunami foi a Indonésia.
4.png

Já essa imagem remete ao famoso Rift Valley africano, região estramemente interessante, que apresenta atualmente a abertura de uma nova bacia ocêanica (limite divergente de placas).
5.png

A próxima seria a formação do chamado Graben. Mas o mais importante de tudo é... saber que o braço de mar vai entrar por essa região mais baixa, e aos poucos inundar toda essa área. Deixando uma imensa bacia de sedimentação de matéria orgânica, determinando a formação das jazidas de petróleo no caso brasileiro, inclusive do pré-sal.

Graben.jpg

Isso é bonito demais...
Enfim!! Att,

Fonte: http://vitingeo.wikispaces.com

Geologia 2: Imagens

Imagens:
Começando pela procura de evidencias paleontológicas por parte de Wegener

Tectônica_Global_-_Deriva_Continental.jpg

Agora este é o perfil que eu vou desenhar na próxima aula, mostrando limites de placas convergentes e divergentes e suas implicações:
Alguns termos estão em inglês mas não se preocupem! O importante é identificar a movimentação e que em alguns lugares, a placa é destruída, e em outros, a placa é construída!
subduccção.jpg

Já a imagem abaixo mostra perfeitamente como um novo oceano se forma! Esse foi o mesmo processo de separação entre as placas Sul-americana e Africana, que criou o oceano Atlântico.
Tectônica_Global_-_Limite_Divergente.jpg


Abaixo, percebe-se claramente as dorsais meso-oceânicas ao longo de todo o planeta. Com destaque para a dorsal meso-Atlântica!

Tectônica_Global_-_Mid-Oceanic_Ridges_(2).jpg

Já agora, identificamos o mapeamento, e a datação das rochas do assoalho (fundo) oceânico. Identifiquem que justamente nos locais das dorsais, faça uma superposição com a imagem anterior, as rochas são mais recentes, e quanto mais afastadas, mais antigas elas são!
Em milhões de anos, vermelho é recente, e azul, são antigas!
Tectônica_Global_-_Idade_das_rochas.jpg

Agora o que eu mostro é o tipo de isostasia que desenhei no quadro: Isostasia baseada em aumento de peso por depósitos glaciais.
Glacio-isostasia.jpg

Esquema básico sobre as falhas transformantes:
Tectônica_Global_-_Limite_Transformante.jpg

E a última imagem de hoje, uma demonstração de falhamento, identificando os pontos de foco, epicentro, relacionados aos abalos sísmicos.


Enfim, por hoje é só, um grande abraço a todos vocês, ótimo estudo durante a semana. Obrigado pelos e-mails de volta como agradecimento.
Continuaremos com o postal, e até o final do ano isso fará muita diferença para os estudos!
Falha-full.jpg


Até mais!!!]

Fonte: http://vitingeo.wikispaces.com

Geologia 1: Imagens

Imagens:
Classificação química:
Crosta (SiAl), Manto (SiMa), Núcleo (NiFe)
Estrutura_Interna_da_Terra.jpg


Abaixo, temos o deslocamento dos fragmentos litosféricos (placas tectônicas) ao longo do tempo geológico. É importante ressaltar que não tivemos apenas um supercontinente como a PANGEA, mas sim vários, que completam ciclos de formação e separação dessas grandes massas continentais.
Tectônica_Global_-_Deriva_Continental_(2).jpg


Abaixo, a subdivisão dessas placas no planeta. Observem o Brasil no centro da placa Sul-americana. Isso confere ao seu território uma relativa estabilidade tectônica. Mas não podemos falar em ausência de terremotos por encontrar-se em um domínio intra-placa, ou seja, no meio desse fragmento da litosfera.
Tectônica_Global_-_Placas.png

Grande abraço a todos!

Placas Tectónicas

Deriva continental - Animação

Deriva continental
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MOVIMENTOS DAS PLACAS TECTÔNICAS.


MOVIMENTOS DAS PLACAS TECTÔNICAS.

PANGEA




Diastrofismo ou tectonismo é um termo geral relativo a todos os movimentos da crosta terrestre com origem em processos tectônicos. Incluem-se a formação de continentes, planaltos, cordilheiras e bacias oceânicas. 
São duas suas subdivisões principais:
Orogênese 
É um conjunto de processos que levam à formação ou rejuvenescimento de montanhas ou cadeias de montanhas produzido principalmente pelo diastrofismo (dobramentos, falhas ou a combinação dos dois), ou seja, pela deformação compressiva da litosfera continental; 

Epirogênese
Que sãos movimentos da crosta terrestre cujo sentido é ascendente ou descendente, atingindo vastas áreas continentais, porém de forma lenta, inclusive ocasionando regressões e transgressões marinha.

ARIZONA- MOVIMENTO EPIROGENÉTICO

A epirogênese atinge áreas continentais formando arqueamentos, intumescências ou abaciamentos de grandes conjuntos geológicos. Os arqueamentos podem ser maiores num ponto e menores em outros, como pode haver levantamentos em um lugar e rebaixamentos em outros. A lentidão desses movimentos dificulta seu reconhecimento, carecendo-se também de um ponto de referência fixo que possibilite a mensuração de extenção da epirogênese.

As principais análises da epirogênese são feitas à beira do mar, porque além de o nível do mar poder ficar fixo por muito tempo, seus movimentos de subida e descida já são bem conhecidos.
Os movimentos do nível do mar são chamados de eustáticos, podendo ser de dois tipos: 
a) Tansgressão, quando o nível do mar se eleva sobre os litorais fixos invadindo os continentes;
b) Regressão, quando o nível das águas baixa sobre uma plataforma litorânea fixa.
As causas da variação do nível do mar são conhecidas como: tectonismo marinho e modificações paleoclimáticas. Como pôde ser visto é grande a dificuldade de pesquisa dos movimentos epirogenéticos.

ISOSTASIA

É um movimento epirogenético de equilíbrio, isto é , com a sobrecarga em uma área vai ocorrer o rebaixamento, sendo liberado o peso, o movimento será de soerguimento lento. É o que aconteceu com a Escandinávia, no quaternário com o acúmulo de gelo.

ISOSTASIA
FALHAS OU FRATURAS- MOVIMENTO EPIROGENÉTICO

Orogênese
Também denominada orogenia é o conjunto de processos que levam à formação ou rejuvenescimento de montanhas ou cadeias de montanhas produzido principalmente pelo diastrofismo (dobramentos, falhas ou a combinação dos dois), ou seja, pela deformação compressiva da litosfera continental.
A orogenia pode ser:
a) Convergente, quando há colisão de placas;
b) Divergente, quando ocorre separação das mesmas. A orogênese convergente traz como consequência a formação de dobramentos, cordilheiras ou fossas. 
Sua área de atuação é marcada pela ocorrência freqüente de sismos e pela presença de vulcões.
Quando os dobramentos datam de uma era geológica recente, (Era Cenozóica) como os Andes, são considerados modernos, e quando datam de uma era geológica antiga, (por exemplo: Arqueozóico e Pré-cambriano) como o Escudo das Guianas, são considerados escudos ou maciços antigos.
CORDILHEIRA DOS ANDES-SUBDUCÇÃO ( placa continental e oceânica)
CORDILHEIRA DO HIMALAIA -OBDUCÇÃO ( DUAS PLACAS CONTINENTAIS SE CHOCAM)

As fossas, por sua vez, são formações recentes, datadas do Cenozóico, por exemplo a Fossa das Marinas. São formadas quando na colisão, uma placa desloca-se para baixo da outra, criando o que costuma-se chamar de Zona de Subducção ou Zona de Benioff. Caracterizam-se por representarem as áreas mais profundas do planeta, por estarem em contacto direto com a astenosfera e por sua grande instabilidade tectônica.

Já a orogênese divergente é responsável pela formação das dorsais, que (em linguagem não técnica) são "cordilheiras submarinas" cujos picos formam ilhas que em sua maioria apresentam intensa atividadevulcânica.DORSAIS OCEÂNICAS

Modelos Geológicos

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Composite Cone (Strato-Volcano)
Most  textbooks drawings use vertical exaggeration.  This model, however, is drawn to scale so that your students won't get a distorted picture of these deadly mountains. This model is from theVolcano Block Model book.
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From the Groundwater Block Models book:
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