domingo, 17 de novembro de 2013

Meteorização das rochas

A meteorização física ou mecânica consiste na fragmentação da rocha em pedaços cada vez mais pequenos - sem que ocorram transformaçõesquímicas que alterem a sua composição.
A meteorização física predomina em zonas do Globo geladas e desérticas.

Exemplos da meteorização física:

Efeito do gelo - crioclastia
A água que penetra nos interstícios e poros da rocha, pode congelar, por abaixamento da temperatura, aumentando assim o seu volume. Exerce, consequentemente, uma pressão que provoca o alargamento das fissuras e a desagregação da rocha.




Actividade biológica
As sementes, germinam em fendas das rochas, originando plantas cujas raízes se instalam nessas fendas, abrindo-as cada vez mais e contribuindo para a separação dos blocos. Alguns animais cavam galerias nas rochas, favorecendo a desagregação.



Acção mecânica da água e do vento
As águas de escorrência deslocam os sedimentos mais finos, formando colunas que ficam protegidas pelos detritos maiores. Essas colunas chamam-se de chaminés-de-fadas. A água e o vento também transportam detritos que chocam com as rochas, acelerando desgaste.




Termoclastia
As variações de temperatura provocam dilatações e contracções alternadas dos minerais, que reagem de diferentes modos por terem diferentes coeficientes de dilatação.


Esfoliação - Alívio de pressão
As rochas formadas em profundidade, quando afloram à superfície, expandem-se formando diáclases paralelas que favorecem a separação do maciço rochoso.


Reflexão:
A meteorização química e física entreajudam-se, reforçando-se uma à outra. Quanto mais rápido for o decaimento, maior se torna o enfraquecimento dos fragmentos e mais susceptível a rocha é de se quebrar; quanto menores forem os fragmentos, maior a superfície disponível para o ataque químico e mais rápido se torna o decaimento.

16 DE MARÇO DE 2010

Meteorização química


Meteorização Química: consiste na transformação química dos minerais existentes numa rocha devido à acção da água e dos gases atmosféricos(oxigénio e dióxido de carbono), e por produtos da actividade dos seres vivos.

temperatura também é importante na alteração química, pois influencia a velocidade das reacções. Muitos dos minerais constituintes das rochas são estáveis no ambiente em que se formaram, mas tornam-se instáveis nas novas condições superficiais. Nessas condições os minerais transformam-se noutros mais estáveis, e noutros casos, são dissolvidos completamente deixando de fazer parte da constituição da rocha.



  • Hidrólise são reacções de alteração química que envolvem água. Leva à formação de novos minerais com desintegração do mineral original( ex.: feldspato dá lugar a minerais de argila);




  • Oxidação: ocorrem reacções de oxirredução nos minerais (ex.: aparecimento de ferrugem);


  • Carbonatação: as águas acidificadas (resultantes, por exemplo, da interacção da água com o dióxido de carbono atmosférico) podem reagir com minerais, formando produtos solúveis. No caso em que o ácido carbónico reage com o carbonato de cálcio, são removidos, em solução, iões cálcio e iões hidrogenocarbonato.


  • Erosão: após a meteorização, as partículas degradas vão ser removidas dos locais onde foram originadas pelos agentes erosivos, para depois sofrerem transporte.



Reflexão:
Os minerais não reagem do mesmo modo aos agentes de meteorização química, há minerais que se alteram e desaparecem rapidamente. As alterações químicas dependem também das condições ambientais, pois a meteorização química é muito mais rápida e intensa em regiões de clima quente e húmido.

Meteorização das rochas e erosão


Meteorização: processo de alteração e desagregação das rochas em resultado da acção de agentes da geodinâmica externa (água, vento, ar, mudanças de temperatura e seres vivos).Alguns aspectos estruturais das rochas podem favorecer a meteorização como a existência de diaclases ou superfícies de fractura, uma vez que as zonas da bordadura da rocha tornam-se mais frágeis. A fragmentação resultante aumenta a superfície exposta aos agentes de meteorização.





As rochas de um modo geral, expostas aos agentes da geodinâmica externa, experimentam, simultaneamente, dois tipos de transformações. Uma alteração química, designada por meteorização química, em que certos minerais dão lugar a outros mais estáveis em diferentes condições ambientais, e uma desagregação mecânica – meteorização física, que pode não estar necessariamente relacionada com a alteração mineralógica.

Reflexão:
Em consequência da meteorização, as rochas vão sendo desagregadas e alteradas. Os materiais resultantes da meteorização podem ser removidos do local, remoção essa denominada por erosão.

Rochas Sedimentares

A maior parte das rochas que recobre a crusta terrestre é de índole sedimentar. O processo de formação destas rochas é particular, conferindo às mesmas características que lhes atribuem uma importância acrescida na datação de formações geológicas e na reconstrução de paleoambientes.


A génese das rochas sedimentares implica duas etapas fundamentais:

  • Sedimentogénese: elaboração dos materiais que as vão constituir até à sua deposição;

  • Diagénese: evolução posterior dos sedimentos, conduzindo à formação de rochas consolidadas.





Negrito

Sedimentogénese:
  • Meteorização: As rochas pré-existentes são alteradas física e químicamente;

  • Erosão: Os sedimentos resultantes da meteorização são removidos;

  • Transporte: Os sedimentos resultantes da erosão são transportados a curta, média ou longa distância;

  • Deposição: Quando as condições do meio são propícias os sedimentos depositam-se.






Diagénese:




  • Compacção: Os sedimentos tornam-se mais compactos à medida que há deposição de sucessivas camadas, apresentando uma posição próxima da horizontal;

  • Cimentação: Os diferentes sedimentos ficam unidos formando uma rocha compacta.


Reflexão:
Cerca de 80% dos materiais que constituem as rochas sedimentares são provenientes de rochas pré-existentes, embora haja sedimentos com outras origens.
As rochas sedimentares cobrem 75% da superfície terrestre, no entanto, ocupam uma posição modesta na constituição da crustra terrestre, pois apresentam apenas 5% do volume.

http://www.netxplica.com/

Classificação da Rochas Sedimentares 
Não é fácil classificar as rochas sedimentares devido à diversidade de materiais e de processos que intervêm na sua formação. No entanto podem-se considerar três tipos: as rochas detríticas, as quimiogénicas e as biogénicas.


Rochas Sedimentares detríticas
As rochas detríticas formam-se a partir de fragmentos sólidos, isto é, detritos obtidos a partir de outras rochas pré-existentes, por processos demeteorização e erosão.

As rochas detríticas distinguém-se atendendo ao tamanho dos detritos (estabelecendo-se por isso escalas granulométricas, como a de Udden eWentworth), atendendo à sua composição, distribuição e morfologia. A tabela seguinte sintetiza as características de algumas rochas detríticas.



Rochas Sedimentares Quimiogénicas
São rochas sedimentares resultantes de sedimentos químicos. São formadas, essencialmente, por minerais de neoformação resultantes da precipitação de substâncias em solução ou por evaporação do solvente (água).

A precipitação de materiais dissolvidos, pode ocorrer devido à evaporação da água ou devido à alteração de condições da solução, como por exemplo, a variação da pressão ou da temperatura.
As rochas formadas por cristais que precipitam durante a evaporação da água têm textura cristalina e designam-se por evaporitos.



Evaporitos

Podem surgir a partir de águas marinhas retidas em lagunas ou nos mares e em lagos no interior de áreas continentais áridas (elevadas taxas de evaporação).
Á medida que ocorre a evaporação, precipitam, em primeiro lugar, os sais menos solúveis e depois, sucessivamente os mais solúveis, formando-se sequencias de evaporitos.

Exemplos: gesso e sal-gema.



Rochas Carbonatadas
As rochas carbonatadas resultam da precipitação do carbonato de cálcio das águas gasocarbónicas, a partir do hidrogenocarbonato de cálcio nelas dissolvido.
CO2+H2O->H2CO3

Reacção do dióxido de carbono com água, formando ácido carbónico.
H2CO3+CaCO3->(HCO3)2Ca

Reacção da calcite (insolúvel) com a ácido carbónico, transformando-se num produto solúvel (hidrogenocarbonato de cálcio).
(HCO3)2Ca->CaCO3+CO3+CO2+H2O
Se a quantidade de dióxido de carbono baixar no meio a calcite precipita.

Rochas sedimentares biogénicas

Muitas rochas sedimentares resultam, total ou parcialmente, da actividade directa ou indirecta de organismos vegetais ou animais, sendo conhecidas por rochas biogénicas.Dentro das rochas biogénicas incluem-se os carvões, oscalcários biogénicos e os petróleos.
Carvões: resultam da decomposição lenta de restos de plantas superiores em ambientes aquáticos pouco profundos e pouco oxigenados.


Calcários biogénicos: formam-se pela precipitação provocada pela actividade dos seres vivos (ex. fotossintética) de carbonato de cálcio, com formação do mineral calcite. É o caso do calcário recife de coral e do calcário conquífero.

Reflexão: Assim, podemos concluir que o estudo das rochas biogénicas é muito importante, pois podem conter fósseis e, portanto, revelam-nos a história da terra a diferentes níveis. Além disso, fornecem-nos dados sobre os seus ambientes de formação e também sobre os vestígios de seres vivos que albergam.

http://sites.google.com/site/geologiaebiologia/rochas-sedimentares/classificao-das-rochas-sedimentares


Transporte e sedimentação



Transporte

Os materiais resultantes da meteorização das rochaspodem ficar acumulados no local de origem, formando depósitos residuais, mas na maior parte dos casos são transportados, principalmente,pela água e pelo vento para outros locais.


Modificações sofridas pelos sedimentos

Arredondamento: os detritos, devido ao choque entre eles, vão perdendo as arestas e vértices, ficando a superfície progressivamente lisa e curva. Pelo grau de arredondamento, pode analisar-se a duração do transporte.




Granosselecção: as partículas são seleccionadas e separadas consoante o seu tamanho, forma e densidade. Um sedimento considera-se bem calibrado quando os detritos têm, aproximadamente, o mesmo tamanho.




Sedimentação


Quando o agente transportador perde energia, os materiais, depositam-se, contribuindo, então, para a formação de sedimentos. O processo de deposição dos materiais designa-se de sedimentação.





A deposição dá-se em regra, segundo camadas sobrepostas, horizontais e paralelas, principalmente se a sedimentação ocorre em ambiente aquático.As diferentes camadas denominam-se estratos. As superfícies aproximadamente planas, que separam diferentes estratos denominam-se superfícies de estratificação. A superfície superior ao estrato denomina-se tecto e a que fica por baixo é chamada muro.

Reflexão:
Após o estudo, verificamos que o transporte dos materiais pode ocorrer em solução ou sob a forma de fragmentos sólidos de diferentes dimensões.
A sedimentação pode ocorrer em ambientes terrestres, mas ela é, principalmente, importante em ambientes aquáticos, nomeadamente nos cursos de água, nos lagos e nos mares. Os materiais transportados em soluçãosedimentam após a precipitação.
http://www.netxplica.com/

Transporte e Sedimentação

Os materiais resultantes da meteorização das rochaspodem ficar acumulados no local de origem, formando depósitos residuais, mas na maior parte dos casos são transportados, principalmente,pela água e pelo vento para outros locais.


Modificações sofridas pelos sedimentos


Arredondamento: os detritos, devido ao choque entre eles, vão perdendo as arestas e vértices, ficando a superfície progressivamente lisa e curva. Pelo grau de arredondamento, pode analisar-se a duração do transporte.





Granosselecção: as partículas são seleccionadas e separadas consoante o seu tamanho, forma e densidade. Um sedimento considera-se bem calibrado quando os detritos têm, aproximadamente, o mesmo tamanho.





Sedimentação


Quando o agente transportador perde energia, os materiais, depositam-se, contribuindo, então, para a formação de sedimentos. O processo de deposição dos materiais designa-se de sedimentação.







A deposição dá-se em regra, segundo camadas sobrepostas, horizontais e paralelas, principalmente se a sedimentação ocorre em ambiente aquático.As diferentes camadas denominam-se estratos. As superfícies aproximadamente planas, que separam diferentes estratos denominam-se superfícies de estratificação. A superfície superior ao estrato denomina-se tecto e a que fica por baixo é chamada muro.

Reflexão:
Após o estudo, verificamos que o transporte dos materiais pode ocorrer em solução ou sob a forma de fragmentos sólidos de diferentes dimensões.
A sedimentação pode ocorrer em ambientes terrestres, mas ela é, principalmente, importante em ambientes aquáticos, nomeadamente nos cursos de água, nos lagos e nos mares. Os materiais transportados em soluçãosedimentam após a precipitação.
http://www.netxplica.com/

Fonte: http://terra-online.blogspot.com.br

Rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas:

As rochas magmáticas, ou ígneas, são originadas através materiais em estado de fusão que se solidificam por resfriamento, entre eles os minerais feldspatos, os óxidos metálicos, os minerais silicatos ferro-magnesianos, etc.


Tipos de rochas magmáticas:

Rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas: como se formam no interior da crosta, são rochas que arrefecem lentamente. O granito é um exemplo, possuindo cristais bem visíveis. Esta rocha é constituída por três minerais: feldspato, mica e quartzo.




Rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas:formam-se na superfície do planeta e o seu arrefecimento é rápido. Uma destas rochas é o basalto, este apresenta uma cor escura, é compacto e muito duro.




Textura
A textura das rochas depende, essencialmente, do modo como ocorreu o arrefecimento do magma que está na sua origem. Assim, podem-se distinguir dois tipos de textura:


Textura granular ou fanerítica - Os diferentes cristais da rocha são visíveis macroscopicamente. Característica de rochas plutónicas, com arrefecimento lento do magma (granito, gabro e diorito).

Textura agranular ou afanítica - A rocha é formada, por cristais tão pequenos que não se distinguem uns dos outros macroscopicamente. Característica de rochas vulcânicas, com arrefecimento rápido do magma (basalto, riólito, andesito).


Cor
A cor da rocha está relacionada com a abundância relativa de minerais que constituem a rocha. Minerais como o quartzo ou os feldspatos potássicos, onde predominam a sílica e o alumínio, apresentam cor clara, enquanto que os minerais como a biotite ou a olivina, com elevado teor de ferro e magnésio, apresentam uma cor escura.

Rochas leucocratas - apresentam cor clara, devido à predominância de minerais claros (minerais félsicos - sílica e alumínio), como por exemplo, o granito.

Rochas melanocratas
 - apresentam cor escura, devido à predominância de minerais escuros (minerais máficos - ferro e magnésio), como por exemplo, o gabro.

Rochas mesocratas
 - apresentam cor intermédia sem predominância de qualquer um dos diferentes tipos de minerais, como é o caso do diorito.


Composição química e mineralógica
A caracterização das rochas é feita, sobretudo, atendendo à sua percentagem em sílica.


Reflexão:
As rochas magmáticas são agregados naturais, coerentes, de vários minerais , os quais conservam individualmente as suas propriedades, e que resultam da consolidação de magmas.
Estas podem ser classificadas de acordo com a sua composição química, a sua forma estrutural, ou a sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com os processos da sua formação


Rochas Metamórficas

As rochas metamórficas constituem o núcleo de muitas cadeias montanhosas. Também existem na crosta, por baixo das rochas sedimentares.

Mineralogia das rochas metamórficas

Os minerais que se encontram na constituição das rochas são mais estáveis em ambientes semelhantes àqueles em que se encontravam quando foram formados. Se isso não acontecer, os minerais sofrem alterações.


  • Recristalização, formação de novos minerais devido à reorganização espacial das partículas constituintes dos minerais das rochas, quando fica submetida a altas pressões e temperaturas.

  • Transformação polimorfa, a composição da andaluzite, cianite e silimanite é idêntica (Al2SiO5) mas apresentam estruturas diferentes.


  • Minerais índice, a sua presença na rocha metamórfica define os limites de pressão e temperatura em que foi formada.





1. Andaluzite, forma-se em temperaturas e pressões baixas.


2. Silimanite, temperatura muito elevada.

3. Cianite, pressões muito elevadas.



Grau de Metamorfismo

A presença de certos minerais permite inferir as condições de formação das rochas, determinando-se o grau de metamorfismo.

• Baixo grau (clorite e biotite)



• Médio grau (granada, estaurolite)




• Alto grau (silimanite)









Tipos de metamorfismo


  • Metamorfismo Regional: Metamorfismo termodinâmico que afecta grandes extensões da crosta e está associado à formação de cadeias montanhosas.Rochas como ardósia, filito, micaxisto e gnaisse resultam deste tipo de metamorfismo.




  • Metamorfismo de contacto: Metamorfismo experimentado pelas rochas adjacentes a uma intrusão magmática (formando-se uma auréola de metamorfismo)O tipo de rocha encaixante, a quantidade de fluidos e temperatura são factores deste tipo de metamorfismo.Rochas como a corneana, quartzito e mármore resultam deste tipo de metamorfismo.



Textura das rochas




A textura das rochas metamórficas é determinada pelo tamanho, forma e arranjo dos minerais. Um tipo de característica textural, considerada relevante para a classificação das rochas metamórficas, é a existência ou ausência de foliação (estrutura planar que resulta dum alinhamento preferencial dos minerais anteriores ao processo metamórfico).

A clivagem, a xistosidade e o bandado gnáissico são três tipos de foliação de rochas de baixo, médio e alto grau de metamorfismo, respectivamente.




Clivagem
 - um tipo de foliação de rochas de baixo grau de metamorfismo; os processos metamórficos levam à orientação paralela dos minerais lamelares, como a moscovite e os minerais de argila. Este tipo de estrutura conduz ao aparecimento de planos de clivagem favoráveis à existência de fissilidade - facilidade da rocha se dividir em lâminas.


Xistosidade - característico de rochas de médio grau de metamorfismo; é uma forma de foliação desenvolvida pela orientação paralela de minerais tabulares e lamelares em rochas metamórficas de grão grosseiro (visível macroscopicamente), como os micaxistos; apresentam uma menor fissilidade comparativamente às rochas que sofrem clivagem.


Bandado gnáissico – é um tipo de foliação de rochas de alto grau de metamorfismo; tipo de foliação gerada por diferenciação em bandas por efeito de tensões dirigidas, por exemplo em certas rochas como o gnaisse.





As rochas metamórficas apresentam dois tipos principais de textura:




  • Foliada - O xisto argiloso, ardósia, filito, xisto ou micaxisto e gnaisse.






  • Não foliada - também designada granoblástica, é característica de rochas que têm origem em processos metamórficos relacionados com o metamorfismo de contacto, como por exemplo o quartzito, o mármore e as coreanas.





Reflexão: Sao rochas que surgem do metamorfismo (transformação) de outras rochas, sejam elas magmaticas, sedimentares ou mesmo metamórficas. O metamorfismo é devido, principalmente, ao calor, pressao e flúidos, e ocorre no interior da crosta terrestre. O metamorfismo pode levar a rocha a sofrer alterações apenas físicas como crescimento dos cristais, ocasionando novas texturas, ou a alterações quimicas como o surgimento de novos minerais por recombinação. Também podem ocorrer transformações físicas e quimicas em conjunto.

http://www.netxplica.com/


Factores de metamorfismo

O metamorfismo compreende uma série de processos que têm lugar no interior da crosta terrestre e que provocam alterações mineralógicas, químicas e estruturais nas rochas preexistentes quando sujeitas a condições físico-químicas diferentes das que as originaram.

  • Pressão/Tensão
    A tensão a que as rochas na litosfera estão sujeitas é provocada pela carga da massa rochosa suprajacente, ou seja, é um tipo de pressão que actua em todos os sentidos - pressão litostática. Este tipo de tensão faz-se sentir a partir de uma profundidade relativamente pequena, provocando deformação e diminuição de volume nas rochas, com consequente aumento da sua densidade.

    As rochas estão também sujeitas a pressões resultantes dos movimentos tectónicos. Essas forças, de natureza compressiva, distensiva ou de cisalhamento, geram uma tensão com uma orientação bem definida, designada tensão não citostática ou dirigida. Como consequência desta tensão dirigida, os minerais das rochas passam a apresentar uma disposição orientada dos seus minerais segundo planos paralelos - foliação.

  • Temperatura
    À medida que se vão afundando, as rochas vão sofrendo a influência do calor interno da Terra, do calor resultante da pressão litostática ou do calor resultante da proximidade de uma intrusão magmática.

    Quando os minerais das rochas são suficientemente aquecidos, sem, contudo, entrarem em fusão, os elementos da sua rede cristalina passam a dispor-se segundo novos arranjos. Este processo de recristalização permite, assim, a formação de novos minerais a partir de outros preexistentes e, consequentemente, a formação de novos tipos de rochas. Se para determinado valor de profundidade e de pressão a temperatura verificada ultrapassar o ponto de fusão das rochas, estas começarão a fundir, iniciando-se a transição do metamorfismo para omagmatismo.


    • Fluidos de circulação
    As alterações metamórficas que ocorrem quando as temperaturas e pressões se elevam são muito facilitadas se estiverem presentes fluidos de circulação. Estes fluidos, reagindo com os minerais que formam a rocha, podem dar origem a minerais de composição diferente, por remoção ou introdução de determinados componentes químicos, o que provoca alterações importantes ao nível da composição química e mineralógica da rocha inicial.

    Uma argila, por exemplo, contém sempre alguma quantidade de água, quer preenchendo os seus poros quer fazendo parte da estruturados seus minerais hidratados. Esta água, adquirida no decurso dos fenómenos de superfície, é libertada por desidratações sucessivas, quando a rocha entra no domínio dos processos metamórficos, passando a fazer parte da fase fluida, com importante participação nas trocas químicas verificadas entre os diversos minerais.

  • Tempo
    Os fenómenos relacionados com o metamorfismo são extremamente lentos, sendo por isso, também de considerar o tempo como um dos factores relevantes para a formação de rochas metamórficas.


Reflexão:
Podemos dizer que o metmorfismo é um processo geológico que está intimamente ligado à geodinâmica interna e que à medida que aumenta a profundidade da crusta terrestre, exercem-se tensões devido ao peso das camadas suprajacentes e aos movimentos tectónicos.


http://www.infopedia.pt/

O metamorfismo compreende uma série de processos que têm lugar no interior da crosta terrestre e que provocam alterações mineralógicas, químicas e estruturais nas rochas preexistentes quando sujeitas a condições físico-químicas diferentes das que as originaram.

  • Pressão/Tensão
    A tensão a que as rochas na litosfera estão sujeitas é provocada pela carga da massa rochosa suprajacente, ou seja, é um tipo de pressão que actua em todos os sentidos - pressão litostática. Este tipo de tensão faz-se sentir a partir de uma profundidade relativamente pequena, provocando deformação e diminuição de volume nas rochas, com consequente aumento da sua densidade.

    As rochas estão também sujeitas a pressões resultantes dos movimentos tectónicos. Essas forças, de natureza compressiva, distensiva ou de cisalhamento, geram uma tensão com uma orientação bem definida, designada tensão não citostática ou dirigida. Como consequência desta tensão dirigida, os minerais das rochas passam a apresentar uma disposição orientada dos seus minerais segundo planos paralelos - foliação.

  • Temperatura
    À medida que se vão afundando, as rochas vão sofrendo a influência do calor interno da Terra, do calor resultante da pressão litostática ou do calor resultante da proximidade de uma intrusão magmática.

    Quando os minerais das rochas são suficientemente aquecidos, sem, contudo, entrarem em fusão, os elementos da sua rede cristalina passam a dispor-se segundo novos arranjos. Este processo de recristalização permite, assim, a formação de novos minerais a partir de outros preexistentes e, consequentemente, a formação de novos tipos de rochas. Se para determinado valor de profundidade e de pressão a temperatura verificada ultrapassar o ponto de fusão das rochas, estas começarão a fundir, iniciando-se a transição do metamorfismo para omagmatismo.


    • Fluidos de circulação
    As alterações metamórficas que ocorrem quando as temperaturas e pressões se elevam são muito facilitadas se estiverem presentes fluidos de circulação. Estes fluidos, reagindo com os minerais que formam a rocha, podem dar origem a minerais de composição diferente, por remoção ou introdução de determinados componentes químicos, o que provoca alterações importantes ao nível da composição química e mineralógica da rocha inicial.

    Uma argila, por exemplo, contém sempre alguma quantidade de água, quer preenchendo os seus poros quer fazendo parte da estruturados seus minerais hidratados. Esta água, adquirida no decurso dos fenómenos de superfície, é libertada por desidratações sucessivas, quando a rocha entra no domínio dos processos metamórficos, passando a fazer parte da fase fluida, com importante participação nas trocas químicas verificadas entre os diversos minerais.

  • Tempo
    Os fenómenos relacionados com o metamorfismo são extremamente lentos, sendo por isso, também de considerar o tempo como um dos factores relevantes para a formação de rochas metamórficas.


Reflexão:
Podemos dizer que o metmorfismo é um processo geológico que está intimamente ligado à geodinâmica interna e que à medida que aumenta a profundidade da crusta terrestre, exercem-se tensões devido ao peso das camadas suprajacentes e aos movimentos tectónicos.


http://www.infopedia.pt/

Rochas e Minerais

PEDRA DO SOL
JASPE TIGRE
XISTO  + ESMERALDA
CALCITA  POLIDA
MOCAÍTA
ANGELITA
XISTO   DA  ESMERALDA
HANLITA
CALCEDÔNIA (JASPE)
SELENITA
AGATA NEGRA POLIDA

QUARTZO LIMÃO
QUARTZO ROSA
Geodo  AMETISTA
QUARTZO FUMÊ
OU ESCÓRIA
QUARTZO AMARELO (CITRINO)
QUARTZO OLHO DE TIGRE
QUARTZO AZUL
OPALA
QUARZO VERDE (PRÁZIO)
QUARTZO GREVITE (TURMALINA NEGRA)
QUARTZO OLHO DE TIGRE – IN NATURA
PEDRA DA LUA
QUARTZO:
ROSA
VERDE
AZUL
AGATAS CORES VARIADAS
JADE
QUARTZO:
VERDE

RUBI
AGATAS CORES VARIADAS

OLHO DE TIGRE POLIDO E IN NATURA
ENXOFRE
ROSA DP DESERTO
LAPIS LAZULI
MICA  ROXA E MICA TRANSLUCIDA
OBSIDIANA  FLOCO DE NEVE

HEMATITA POLIDA



PIRITA  + CRISTAL
CALCOPIRITA
PIRITA PRATA
 TURMALINA  NEGRA
QUARTZO + TURMALINA  NEGRA
PEDRA DO SOL
FELDSPATO POTÁSSILICO
AVENTURINO

GEODO

METASSILTITO VERMELHO
FILITO PRATEADO
QUARTIZITO

ARENITO BRANCO
ARGILA BRANCA
ARGILA VERMELHA
ARGILA ROXA
ARGILA AMARELA



QUARTZITO

Fonte para pesquisa: