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domingo, 17 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
A ciência conta a História do Planeta Terra
A história da Terra teve início a aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Para localizar no tempo os acontecimentos dessa história os cientistas elaboraram a escala internacional do tempo geológico.
O TEMPO GEOLÓGICO
é dividido em várias partes o qual (é medido em milhões anos) e com duração
diferentes e as divisões usadas são bilhões de :
ÉPOCA: é uma divisão de um período geológico.
Ela é a menor divisão de tempo geológico, durando vários milhões de anos.
PERÍODO: Na divisão do tempo geológico, uma era
compreende períodos geológicos e estes se subdividem em épocas geológicas.
Uma ERA compreende períodos geológicos. Dois ou
mais períodos geológicos formam uma ERA, a qual tem centenas de milhões de anos
de duração.
Duas ou mais eras geológicas formam um EON,
a qual é a maior divisão de tempo geológico, durando centenas de milhões de
anos. A principal divisão do tempo geológico é dada em eons
que são, dos mais antigos para os mais recentes: Arqueano, Proterozóico
e Fanerozóico.
Como
determinar a idade da Terra?
Determinar
a idade das rochas ajuda a conhecer a evolução da Terra e a vida que nela
surgiu. Entre as grandes transformações que caracterizam a evolução da Terra, a
que mais nos interessa é o aparecimento do ser humano na superfície terrestre.
Por isso os cientistas se empenham em conseguir a data mais precisa possível de
sua origem. Mas não é fácil.
Métodos
de Datação
Há
várias maneiras de calcular a idade das rochas. Baseando-se no conhecimento da radiatividade,
hoje o ser humano pode determinar a idade de alguns tipos de rocha com bastante
precisão.
Mas
os registros fósseis
também são muito importantes", pois já foi comprovado que, em uma área sedimentar (deposição
de matéria), as camadas inferiores são sempre as mais antigas e as superiores —
ou seja, as camadas mais próximas do solo — são formadas por rochas mais
recentes.
Estudando
as rochas e os fósseis, foi possível chegar a algumas conclusões a respeito do
passado da Terra, principalmente sobre as variações do clima e as modificações
na flora e na fauna. Com base nesses estudos, também foi possível determinar a
idade do nosso planeta: ele deve ter sido formado há cerca de 4 bilhões e 600
milhões de anos
Fósseis
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O planeta Terra

O planeta Terra poderia ser chamado de planeta água, pois 3/4 de sua superfície são compostos de massas líquidas (361.000.000 km²) e 1/4 de massas sólidas (149.000.000 km²).
Deriva dos Continentes e eras Geológicas
Observe o corte feito no esquema abaixo. Podemos notar três grandes camadas:

Crosta, litosfera ou SIAL – corresponde à camada superficial de materiais sólidos que estão sobre a camada inferior (SIMA) e onde o granito desponta como rocha predominante. Sua espessura é bastante variável, situando-se entre 10 e 300 km. É mas espessa sob os continentes e menos sob os animais e os seres humanos.
Manto, Magma ou SIMA – abaixo da crosta. As temperaturas são muito elevadas e, em razão disso, os materiais que o compõem estão em estado “pastoso”. O nome SIMA está relacionado aos materiais que o constituem em maior quantidade, silício e magnésio.
Núcleo ou NIFE – constitui o centro da Terra. É composto de materiais pesados e de alta densidade, como o ferro e o níquel. Pode-se dividi-lo em duas partes:
- Núcleo externo – formado por níquel e ferro no estado líquido.
- Núcleo interno – formado de níquel e ferro em estado sólido. Sua temperatura pode chegar a 6.000ºC.
Lembre-se: O manto superior, inferior e o núcleo da Terra são compostos de rocha derretida. É o movimento dessa massa fluida que gera o campo magnético da Terra, pois o vaivém das massas produz uma carga elétrica que se espalha pelo planeta.
Teoria da Deriva dos Continentes
Entre muitas teorias formuladas por geólogos e cientistas, a mais provável, com provas bastante evidentes, é a Teoria da Deriva dos Continentes, formulada pelo astrônomo e cientista Alfred Lothar Wegener, em 1912. Essa teoria já não era baseada em simples observação do mapa-múndi, mas em constatações geológicas e físicas de caráter muito mais científico.
Teoria de Wegener
Possivelmente, desde que o homem conseguiu desenhar mapas da Terra representando os continentes com alguma precisão, ele percebeu, surpreso, que o encontro deles é, de certa forma, complementar um ao outro, isto é, encaixam-se como as peças de um quebra-cabeça. Você mesmo já deve ter percebido, ao observar um mapa-múndi, como o continente africano, por exemplo, se encaixaria perfeitamente na América do Sul, ou como a Península Arábica parece ter-se destacado do continente africano, abrindo a brecha do Mar Vermelho.
Wegener concluiu, pois, que os continentes flutuavam sobre um magma semifluido, pesado, como se fossem icebergs.
As evidências levaram-no a admitir a existência inicial de um único e enorme supercontinente – ao qual deu o nome de Pangeia (que significa “Terra Total”) – deslocando-se e fragmentando-se continuamente, desde a Era Mesozoica, no período Jurássico, aproximadamente há 225 milhões de anos, como se fosse uma espécie de nata flutuando sobre um magma semilíquido e passeando em diferentes direções, como se fossem grandes barcos à deriva.
Neste período, essa única massa “Pangeia” começou a se deslocar parte para o norte e parte para o sul, formando dois grandes blocos, abrindo aí uma fenda nas águas do mar de Tétis.
O hemisfério norte ficou definido como o continente da Laurásia (formado pela Eurásia e América do Norte) e o hemisfério sul ficou definido como Gonduana (formado pela América do Sul, África, Antártida, Austrália e Índia).
Veja a ilustração a seguir:

A formação dos continentes atuais: note-se como a Pangeia, o continente original, fragmentou-se progressivamente.
Da Pangeia existente no Mesozoico destacou-se a América do Sul (que antes era unida à África).
Na mesma época, a América do Norte destacou-se da Europa, permanecendo a ela ligada pelo extremo norte até o Quaternário. Em consequência da deriva, ergueram-se as grandes cordilheiras (como as Rochosas) do mesmo modo como uma onda se levanta, por compressão, à frente da quilha de um navio sempre que se movimenta. O Oceano Índico teria começado a abrir-se durante o Jurássicopara completar-se no Cretáceo e no Terciário. A Índia foi se deslocando em direção ao norte, comprimindo o continente asiático, o que teria originado o enrugamento, constituindo a Cordilheira do Himalaia.
Já o bloco formado pela Austrália e Nova Guiné teria se destacado da Antártica durante o Eoceno, deslocando-se para o norte e juntando-se ao arquipélago indonésio no final do Terciário.
As primeiras evidências de que Wegener lançava mão para comprovar sua teoria eram baseadas nos contornos físicos das terras emersas do globo terrestre.
Observe que a ilustração acima demonstra a formação dos continentes e seus deslocamentos até os dias de hoje, o que comprova a Teoria de Wegener.
Foi no quaternário que o homem surgiu e mais tarde espalhou-se pelo mundo. Há duas teorias principais sobre a expansão humana:
- Na teoria mais aceita até hoje, o Homo erectus evoluiu na África cerca de 1,5 milhão de anos atrás e dali migrou para o Oriente Médio, Ásia e Europa.
- Novas descobertas sugerem que um elo mais antigo, o Homo habilis, saiu da África para a Ásia 2 milhões de anos atrás. Al, evoluiu para Homos erectus e retornou à África.
Eras Geológicas
A formação e distribuição atual dos continentes no globo terrestre são resultados de uma longa história, que vamos rever através das eras geológicas que, segundo Antônio T. Guerra, correspondem às grandes divisões do tempo geológico. Elas são divididas em eras, períodos de duração variados, os quais se subdividem em épocas, e estas em idades e fases.
Para entender melhor a evolução da Terra, leia todas as informações a seguir, da era mais antiga para a mais recente.
Arqueozoica

Durou cerca de 650 milhões de anos. Nessa era ocorreram chuvas intensas que formaram os oceanos. Apareceram altas montanhas e muitos vulcões. Nessa era começou a surgir vida nos oceanos (seres unicelulares).
Principais características:
- No começo desta era, o planeta Terra era até 3 vezes mais quente do que hoje;
- Começam a aparecer as primeiras células (organismos unicelulares);
- A Terra é constantemente atingida por meteoros;
- Milhares de vulcões estavam em atividade.
Proterozoica

Durou 650 milhões de anos. Formação das primeiras rochas sedimentares e maior desenvolvimento da vida.
Principais características:
- Por volta de 2 bilhões de anos atrás começa a se formar a camada de ozônio, gerando uma camada protetora contra os raios solares. Este fato favoreceu o surgimento de formas de vida mais complexas (organismos multicelulares);
- Formação dos continentes;
- Ocorre o acúmulo de oxigênio na litosfera.
Paleozoica

Durou 400 milhões de anos. Ocorreu um grande desenvolvimento dos peixes, moluscos e anfíbios. No fim dessa era houve o desenvolvimento da vegetação, formando grande florestas. Devido ao soterramento de florestas, aparecem reservas de carvão na América do Norte e América do Sul.
Principais características:
- Começam a surgir nos mares os primeiros animais vertebrados, são peixes bem primitivos;
- Por volta de 350 milhões de anos atrás, os peixes começam, durante um longo processo, a sair da água. Começou, desta forma, surgirem os primeiros animais anfíbios;
- Os trilobitas foram os animais típicos desta era;
- Nesta era os continentes estavam juntos, formando a Pangeia;
- O planeta começa a ser tomado por muitas espécies de plantas primitivas;
- No final desta fase começam a surgir diversas espécies de répteis que deram origem aos dinossauros;
- Milhares de espécies de insetos surgem nesta era.
Mesozoica

Intensifica-se o fenômeno da deriva dos continentes. A crosta terrestre “racha” em vários lugares, provocando intensa atividade vulcânica. Durou cerca de 140 milhões de anos. Aparecem os primeiros mamíferos, aves e répteis gigantescos, como os dinossauros e muitos outros.
Principais características:
- Nesta era as plantas começam a desenvolver flores;
- Os dinossauros dominam o planeta;
- Por volta de 200 milhões de anos atrás surgem os animais mamíferos.
Cenozoica

Formação das grandes cadeias montanhosas (Antes, Alpes, Himalaia, Rochosas e Cadeia dos Atlas). Desaparecimento dos grandes répteis e desenvolvimento dos mamíferos. Ocorrência de grandes glaciações e formação dos atuais contornos dos oceanos e continentes. Aparecimento do homem.
Principais características:
- Formação de cadeias montanhosas;
- No começo desta era, há 65 milhões de anos, ocorre a extinção dos dinossauros;
- Grande desenvolvimento das espécies de animais mamíferos, que se tornam maiores, mais complexos e diversificados;
- Após o término da deriva continental (migração dos continentes), o planeta assume o formato atual;
- Por volta de 3,9 milhões de anos atrás surge, no continente africano, o Australopithecus (espécie de hominídeo já extinta);
- Surgimento do homo sapiens por volta de 130 mil a 200 mil anos atrás.
Grandes acontecimentos da História da Terra
Pesquisas feitas sobre o Pré-câmbrico
Deverão incluir os principais acontecimentos do Pré-câmbrico,
nomeadamente a nível da Hidrosfera, Atmosfera, Geosfera e Biosfera,
ilustrados e caracterizados com texto.
PRÉ-CÂMBRICO
Pré-Câmbrico designa o conjunto de Éons anteriores ao Fanerozóico, tais como o Hadeano, o Arcaico e o Proterozóico. O Pré-Câmbrico
começou há cerca de 4600 Milhões de anos com a formação da Terra e
termina a quando do início do Fanerozóico há 542 Milhões de anos.
Alguns dos acontecimentos mais importantes durante o Pré-Câmbrico:
- Formação do Planeta Terra;
- Diminuição da temperatura interna do planeta;
- Teorias relativas sobre o aparecimento de água no Planeta Azul;
- Formação dos Protocontinentes;
- início do movimento das placas tectónicas;
- início da vida da terra (com as células procariontes e posteriormente as eucarióticas);
- formação da atmosfera terrestre;
- aparecimento dos primeiros vegetais e animais.
A Terra formou-se aproximadamente há 4,5 mil milhões de anos. A
colisão de planetesimais (meteoros, material do cosmos) aumentou a sua
dimensão devido à acreção desses materiais vindos do universo. Deste
modo, a Terra aumentou a sua energia interna, que foi utilizada pela
actividade vulcânica até aos dias de hoje.

Fig. 1: Teoria nebular
No início da sua formação a Terra
parecia uma bola de fogo. A superfície terrestre era como um “oceano de
rocha fundida” com quilómetros de profundidade e a temperatura passava
dos 4000º C (semelhante à temperatura à superfície do Sol). Nesta altura
a superfície era um “oceano de lava”,
que começou lentamente a arrefecer, porque a radioactividade que
fornecia tanto calor à Terra também diminua lentamente, o que gerou um
acontecimento propício a um mundo aquático.
Ainda há 4,4 mil milhões de anos,
caíam sobre Terra meteoros, mas a Temperatura no centro da Terra já
estava a diminuir, começando a assim a formar uma crusta solidificada em
rocha vulcânica (esta rocha era escura porque era essencialmente
basáltica) e já se formava água à superfície. Esta primeira crusta foi uma crusta oceânica basáltica,
formada pela intensa actividade vulcânica, que libertou enormes
quantidades de magma basáltico que solidificou à superfície e por isso
teve um arrefecimento rápido.( Após o aparecimento da água, esta crusta
por ser a mais baixa, a água deslocou-se para essas zonas.)
Existem duas vertentes acerca do
aparecimento de água na Terra: a vertente em que os meteoritos que
atingiram a Terra continham uma elevada quantidade de água, e a outra
diz respeito à elevada precipitação durante milhões de anos, devido à
elevada quantidade de CO2 e outros
gases libertados pela actividade vulcânica que cobriu o planeta,
arrefecendo de tal forma que precipitou sob o solo terrestre e formou os
oceanos. No vídeo apresentado na aula, falou-se das duas; o nosso grupo
(grupo I) acredita em ambas, a água surgiu destes dois processos. Mas o
que interessa é que a água surgiu e mudou drasticamente o rumo do
planeta Terra.
Há 4 mil milhões de anos, 90 % da Terra
era oceano, e os restantes 10 % eram ilhas formadas em zonas de arcos
insulares, ou seja, foi nesta altura que se formaram as placas
tectónicas. Estas ilhas foram os primeiros protocontinentes. Estes
protocontinentes continham já rochas menos densas (rochas graníticas)
que as rochas basálticas, por isso é que ascenderam em relação à crusta
oceânica que é essencialmente basáltica. As rochas basálticas primitivas
já não existem porque foram destruídas nas zonas de subducção.
O oceano nesta altura era essencialmente
constituído por ferro, tendo por isso uma cor verde, enquanto que a
primeira atmosfera continha praticamente CO2, dando por isso uma cor meio avermelhada. A contínua actividade vulcânica aumentaria o tamanho dos protocontinentes.
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Estromatólito: É uma rocha formada por tapete de limo produzido por micróbios no fundo de mares rasos, que se acumula até formar uma espécie de recife. Os estromatólitos, por serem os primeiros organismos a realizar a fotossíntese, são responsáveis pelo ar respirável que surgiu no planeta há cerca de 3,5 mil milhões de anos. Os principais microorganismos formadores das estromatolíticas são as cianobactérias(*). |
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(*) É um filo do domínio Bacteria , popularmente denominado cianobactérias e algas azuis, que inclui organismos aquáticos, unicelulares, procariontes e fotossintéticos.
Possuem forma de cocos, bastonetes, filamentos ou pseudofilamentos,
apresentando coloração azul em condições óptimas, mas são frequentemente
encontradas apresentando coloração de verde oliva a verde-azulado.
O registo fóssil das cianobactérias indica
que estes seres fotossintéticos apareceram no éon Arqueano e devem ter
sido responsáveis pelo aparecimento do oxigénio na atmosfera terrestre -
o que parece ter acontecido há cerca de 2,5 biliões de anos,
despoletando a origem da vida eucarionte e dando lugar ao éon
Proterozóico.
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Fotossíntese:
É o processo através do qual as plantas,
seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento) e alguns
outros organismos transformam energia luminosa em energia química
processando o dióxido de carbono e outros compostos(CO2), água (H2O) e minerais em compostos orgânicos e produzindo oxigénio gasoso (O2).
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Fig. 3: Processo de fotossíntese
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Fig4: Sucessão dos supercontinentes desde a origem da Terra |
De 1.000 M.a. a 540 M.a.
Há 1.000 M.a. atrás formou-se um supercontinente de nome Rodínia.
Esse supercontinente pela altura de 700 M.a.
bloqueou as correntes marinhas, impedindo que as águas quentes do
equador atingissem latitudes elevadas.
Como não atingiram latitudes elevadas o que
acabou por acontecer foi uma redução de temperatura por toda a Terra, ou
seja, um arrefecimento global da Terra. Esse período ficou conhecido
como a Idade do Gelo. O arrefecimento do planeta também reduziu a
quantidade de vapor de água presente na atmosfera.
Esse período terminou quando a Rodínia se fragmentou por consequência da tectónica de placas.
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Algo que também marcou esse período de tempo foi o aumento de teor de O2 que foi o grande impulsionador para um aumento da fauna.
A classificação dessa fauna designa-se por
Fauna de Ediacara, onde entre os geólogos não havia um consenso quanto
às categorias taxonómicas dos fósseis encontrados nesse período. O que
se sabia era que seriam organismos simples, compostos por tecidos moles
que teriam vivido essencialmente enterrados ou sobre os fundos
oceânicos. Os seus vestígios encontram-se pouco conservados, mas é
possível estudar algumas das suas marcas de locomoção. Muitos
investigadores consideram que estes organismos correspondem aos
primeiros animais multi-celulares conhecidos.
Fonte: http://rusoares65.pbworks.com
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Fig4: Sucessão dos supercontinentes desde a origem da Terra