domingo, 22 de fevereiro de 2015

Orientações para Trabalhos Escolares e Acadêmicos


Dicas para elaboração de tabalhos, links para sites com orientações de como fazer uma pesquisa escolar e referências bibliográficas
Para que um trabalho de pesquisa seja completo, antes de tudo, deve ser feita uma pesquisa em diversas fontes (livros, revistas, jornais, enciclopédias, internet e outros), nas quais o aluno anotará as informações mais importantes sobre o assunto. Tais anotações são conhecidas como fichamento, que serão a base do trabalho. É importante ressaltar que o aluno deve sempre anotar a fonte de onde retirou as informações, ou seja, fazer referência de todos os materiais que utilizou para elaborar o trabalho. Outra dica importante é que o aluno deve ler as informações encontradas, compreendê-las e formular o trabalho com suas palavras, e não somente copiar para o papel aquilo que encontrou. Esse processo ajudará muito no seu aprendizado. 

Após a etapa de pesquisa do assunto, segue-se para a montagem do trabalho. Um bom trabalho escolar/acadêmico deve conter os seguintes elementos:
  • capa;
  • sumário;
  • introdução;
  • desenvolvimento do assunto;
  • conclusão;
  • bibliografia consultada.
Capa: geralmente contém elementos como o nome da escola, o título do trabalho, o nome do aluno ou alunos (caso seja um trabalho em grupo), número e série, nome do professor e da disciplina, nome da cidade e data. Uma capa bem feita valoriza muito o trabalho.

Sumário ou Índice: é uma relação das divisões do trabalho (introdução, desenvolvimento, conclusão, bibliografia etc.) e o respectivo número da página onde esses itens estão. Deve-se tomar cuidado para não errar a numeração, pois isso prejudica o trabalho.

Introdução: Na introdução deve-se abordar claramente o assunto do trabalho, o objetivo, bem como fornecer alguns detalhes da sua elaboração, de como a pesquisa foi feita, entre outras. Pode-se também dar uma breve descrição sobre os tópicos do trabalho. Não se deve colocar conclusões na introdução.

Desenvolvimento do trabalho: é o trabalho propriamente dito. Deve conter um texto claro e objetivo, abordando completamente o assunto, levantando problemas e soluções, e também as argumentações do aluno. É importante que o texto não contenha erros de gramática e tenha coerência, ou seja, começo, meio e fim.

Conclusão: é onde o aluno finaliza o trabalho, escrevendo seu ponto de vista sobre o assunto e as conclusões que tirou com a pesquisa realizada.

Bibliografia: é a relação de todos os materiais que foram usados na pesquisa (livros, sites, revistas e outros materiais). Deve ser feita em ordem alfabética e de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR-6023/2002.

Fonte: Disponível em http://www.suapesquisa.com/trabalho.htm


Abaixo estão listados alguns sites que oferecem informações e orientações sobre como fazer uma pesquisa escolar.


http://www.sobresites.com/pesquisa

http://www.suapesquisa.com/trabalho.htm

http://www.infoescola.com

http://www.scribd.com/doc/2756853/Como-elaborar-trabalhos-escolares-Daniel-Walker

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

As 4 principais crateras de impacto do Brasil

Cratera de Colônia:




Localizada na região de Parelheiros, na cidade de São Paulo, foi criada pelo impacto de um meteoro de cerca de 200 metros de diâmetro há aproximadamente 20 milhões de anos, formando uma cratera de 3,6 km de diâmetro.

Serra da Cangalha:


É é uma cratera de impacto localizada no estado do Tocantins, perto da fronteira do estado do Maranhão, no nordeste do Brasil. Tem cerca de 13 km de diâmetro, e é a segunda maior cratera conhecida no Brasil. Foi formada pelo impacto de um meteorito há cerca de 220 milhões de anos.

Cratera da Vista Alegre:



Com 9,5 km de diâmetro, essa cratera de impacto está localizada em Vista Alegre, no estado do Paraná. Foi formada sobre rochas vulcânicas de basalto na bacia do Paraná. As elevadíssimas pressões e temperaturas geradas durante a colisão fragmentaram as rochas locais, formando matérias únicos. Estima-se que o impacto aconteceu a 130 milhões de anos.

Cratera de Araguainha:



A mais conhecida, e também a maior da América do Sul, localiza-se na região de Araguainha, e é denominada de Domo de Araguainha,  com 40 km de diâmetro. Estima-se que surgiu há 250 milhões de anos, com o impacto de um meteoro. Posteriormente, surgiu a teoria de que o impacto desse meteoro tenha levado à extinção de 83% das espécies existentes.

Fonte: http://www.misteriosdoespaco.com/

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Sonda chinesa fotografa a Terra vista da Lua

Sonda Chang'e-3 fotografa a Terra vista da superfície da Lua









Sonda Chang’e-3 fotografa a Terra vista da superfície da Lua
Não adianta. Sempre que um de nossos emissários robóticos espaciais tiram uma foto de nós, ficamos encantados. É o “selfie” definitivo, e a sonda chinesa Chang’e-3 obteve um dos mais bonitos, no último dia 25 de dezembro.
A sonda fez o primeiro pouso suave em solo lunar em 37 anos e levou à superfície de nosso satélite natural o jipe robótico Yutu, que acaba de ser reativado após sobreviver à primeira “noite” na Lua e agora retoma suas pesquisas. (Por lá, são 14 dias ininterruptos de Sol, seguidos por outros 14 de escuridão; movido a painéis solares, o pequeno veículo de seis rodas nada teria a fazer na escuridão.)
Os chineses têm melhorado sua comunicação com o mundo exterior, divulgando algumas novas imagens, mas ainda estão longe da abertura que se vê, por exemplo, nos projetos da Nasa. Ainda assim, dá para ver algumas das coisas bacanas que eles estiveram fazendo.
O resultado mais intrigante é o obtido pelo telescópio de ultravioleta instalado no módulo de pouso. Ele obteve uma imagem da Terra pouco tempo depois do pouso, no dia 16, e mostrou uma imagem incomum do nosso planeta. Em ultravioleta, ele aparece escuro, mas não o ambiente de radiação ao seu redor, moldado pelo campo magnético. É o que aparece em verde na foto. Com o telescópio em solo lunar, os chineses poderão observar em regime permanente a dinâmica da magnetosfera e os cinturões de Van Allen, regiões no entorno da Terra que concentram a radiação cósmica.
Uma visão diferente da Terra, em ultravioleta, captada no dia 16 de dezembro
Uma visão diferente da Terra, em ultravioleta, captada no dia 16 de dezembro
Além disso, temos fotos novas do jipe Yutu e do módulo de pouso Chang’e-3 operando na superfície. Confira.
O jipe Yutu fotografa o módulo da Chang'e-3, que o trouxe até a Lua
O jipe Yutu fotografa o módulo da Chang’e-3, que o trouxe até a Lua
A Chang'e-3 retribui o favor e fotografa o jipe robótico
A Chang’e-3 retribui o favor e fotografa o jipe robótico
Veremos como os chineses vão manter a atenção sobre sua missão, que tem previsão inicial de durar três meses.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Satélite da Nasa capta detalhes 'borbulhantes' do Sol


A missão Iris, da agência espacial americana Nasa, capturou imagens da superfície "borbulhante" do Sol, onde as temperaturas podem chegar a dois bilhões de graus Celsius.

O satélite da Iris detectou explosões de plasma que viajam a centenas de quilômetros por hora.

As descobertas foram apresentadas em um encontro da Sociedade Americana de Geofísica, na cidade de São Francisco.
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Sondas espaciais registram atividade do Sol38 fotos

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out.2013 - O Sol sofreu cerca de 20 explosões em diferentes regiões ativas do astro entre os dias 25 e 28 de outubro, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Do total, alguns fenômenos foram apenas labaredas solares (rajadas de radiação), enquanto outros tratavam-se de ejeção de massa coronal (nuvem de plasma magnetizado expulsa material da camada mais externa da atmosfera solar, a coroa, rumo ao espaço), sendo uma delas classificada como uma "proeminente erupção solar". Acima, imagem da atividade solar feita pelo Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês), operado pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), no dia 26 de outubro ESA/Nasa
A equipe acredita que as informações da Iris, missão que foi lançada no começo deste ano, podem ajudá-los a entender melhor - e até mesmo prever - como as explosões no Sol influenciam o "clima no espaço".
As explosões têm potencial para afetar satélites de comunicação que orbitam a Terra.

"Quando a tempestade solar surge no Sol, como este material vai viajar? Ele vai chegar rápido à Terra ou isso vai acontecer de forma demorada?", disse à BBC o cientista Scott McIntosh, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas em Boulder, no Colorado.

"A única forma de descobrir isso é compreendendo a detalhada física da atmosfera do Sol."

As imagens revelam a superfície do Sol borbulhando como se fosse um gigantesco caldeirão.

Colunas de plasma atingem temperaturas de 10 mil a dois milhões de graus Celsius em poucos segundos.

"Uma destas colunas poderia viajar [o equivalente à distância] de Los Angeles a Nova York em poucos segundos. E de repente, em um instante, elas somem. É incrível", diz McIntosh.

domingo, 24 de novembro de 2013

América foi povoada por dois grupos, mostra DNA

Editoria de arte/Folhapress




O DNA de um menino da Sibéria, que morreu aos três ou quatro anos de idade, na fase mais severa da Era do Gelo, pode ser uma das pistas mais importantes para entender como o ser humano colonizou as Américas.
Segundo os cientistas que "leram" seu genoma, o garoto tem semelhanças genéticas tanto com europeus quanto com os indígenas atuais.
E a recíproca é verdadeira. Os pesquisadores calculam que a antiga população à qual o menino pertencia seria responsável por algo entre 15% e 40% da herança genética dos índios. Esse povo misterioso teria se misturado a outro, oriundo do leste da Ásia, para dar origem aos habitantes do continente americano.
Há décadas alguns antropólogos argumentam que o povoamento da América pode ter envolvido dois grupos geneticamente distintos.
Uma das vozes mais importantes desse grupo é o brasileiro Walter Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. O principal indício desse fato é a variedade no formato dos crânios dos mais antigos americanos, os paleoíndios --o exemplo mais famoso é "Luzia", fóssil achado em Minas Gerais, com mais de 11 mil anos.

SEGUNDA LEVA
Neves e seus colaboradores afirmam que o crânio de Luzia e de outros paleoíndios lembra mais o de aborígines australianos, melanésios e africanos do que o da maioria dos índios atuais, normalmente comparados a grupos do nordeste da Ásia.
A ideia é que a maioria dos ancestrais dos índios modernos teria integrado uma segunda leva migratória, que teria exterminado os paleoíndios ou se misturado a eles.
"Nossos achados não apoiam diretamente o trabalho dos brasileiros", disse Eske Willerslev, biólogo do Museu de História Natural da Dinamarca que coordenou o estudo, publicado na "Nature". "Parte do material genético da criança tem afinidades com grupos do sul da Ásia [região de origem dos paleoíndios, segundo Neves]. Então o artigo se alinha parcialmente à ideia deles."
Neves reagiu com cautela e ironia aos achados. "Eu podia estar comemorando, dizendo 'olha, finalmente alguém fala de herança dual'. Mas vai depender da estabilidade dos trabalhos deles. Se os achados desse tipo continuarem, vou poder dizer que estive certo por 25 anos."
MISTURA
Seria o caso, então, de pensar nos índios atuais como uma mistura de europeus com asiáticos? Não exatamente. Europeus e asiáticos dessa época eram bem diferentes dos de hoje. Eles estavam mais próximos de um padrão genético e morfológico "genérico", resultado da expansão inicial dos humanos modernos da África para o resto do mundo, diz Fabrício Santos, geneticista da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
"Características mongólicas [a "cara" asiática de alguns índios atuais] teriam sido adquiridas mais tarde a partir de populações do leste asiático", afirma Santos.
Rolando González-José, biólogo do Centro Nacional Patagônico, na Argentina, diz que nem é necessário postular duas "ondas" de migração para entender os dados do genoma do novo estudo.
Ele argumenta que é mais natural pensar que a população "genérica" à qual pertencia o menino teria se diferenciado cada vez mais ao se expandir para os quatro cantos da Ásia e das Américas.

sábado, 23 de novembro de 2013

Cometa ISON já pode ser visto a olho nu. Saiba como observa-lo!

Cometa ISON
Descoberto em 2012 por astrônomos amadores russos, o ISON trouxe uma grande expectava, chegando a ser considerado o “Cometa do Século”. O tempo passou, e o cometa não evoluiu conforme as expectativas iniciais. Seu brilho se manteve estável desde janeiro, e somente nos últimos dias foi possível observa-lo a olho nu.
Seja como for, o cometa ainda carrega alguma esperança de dar espetáculo. Na semana que vem (28), ele fará sua maior aproximação do Sol, e não se sabe o que pode acontecer. Ele pode se desintegrar a qualquer momento conforme viaja por áreas com temperaturas e influência gravitacional maiores. Na visão mais otimista, ele saíra ileso de seu encontro com o Sol, aumentando bastante seu brilho, mas ainda abaixo do que se esperava quando foi descoberto.
O melhor horário para ver o cometa ISON é antes do amanhecer, entre 4h30 e 6h, na direção leste (nascente). Vale ressaltar que sua observação é mais fácil em locais afastados de grandes cidades, sem luzes ou poluição. Instrumentos como binóculos, lunetas ou telescópios irão facilitar bastante a visualização, mas vale lembrar que é preciso ter cuidado para nunca olhar diretamente para o Sol, a menos que seu instrumento tenha o filtro adequado.Não será possível ver a cauda do cometa. Ao invés disso, ele parecerá uma estrela verde borrada, mas ganha definição quando visto com instrumentos.  Se ele sobreviver à aproximação do Sol, voltará a ficar visível no início de dezembro, mas será melhor visto apenas nas regiões Nordeste e Norte do Brasil. A partir de janeiro, somente será possível observa-lo a partir do hemisfério norte.
É a primeira vez que astrônomos registram a passagem do cometa ISON pelo sistema solar, e cálculos sugerem que ele irá demorar 1,2 milhão de anos para dar uma volta completa. Acredita-se que o cometa seja proveniente da nuvem de Oort, região do sistema solar que fica a quase um ano-luz do Sol e que contém trilhões de rochas. [SpaceVeja]

Impressionante! Atividade vulcânica cria nova ilha no Japão [Vídeo]


Uma pequena e nova ilha surgiu em meio às águas do Oceano Pacífico como resultado da atividade vulcânica submarina registrada a mil quilômetros ao sul de Tóquio, segundo informação divulgada pela Guarda Costeira do Japão. A nova formação possui uma extensão em torno de 200 metros e está localizada no sudeste da ilha vulcânica de Nishinoshima, que faz parte do arquipélago de Ogasawara, que engloba em torno de 30 ilhas, a maioria desabitada.


A rede de televisão NHK divulgou imagens impressionantes captadas pelos serviço costeiro japonês, que registrou o momento de maior atividade vulcânica, quando uma coluna de fumaça branca, com cerca de 600 metros de altura, se encontra com outra, negra e cinza.
Em meio aos eventos, a Agência Meteorológica do Japão emitiu um alerta para que todas as embarcações na região operem com extrema cautela diante do perigo de serem atingidas pelas rochas vulcânicas. Está a primeira erupção ocorrida nos últimos 40 anos, quando a desabitada ilha vulcânica de Nishinoshima aumentou consideravelmente o seu tamanho, ente os anos de 1973 e 1974, após uma série de explosões submarinas.